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09
Abr 09
publicado por Luís Veríssimo, às 20:01link do post | comentar | ver comentários (2)

Nesta semana que se diz ser santa tenho por habito comer apenas peixe. Isto acontece-me mais por educação que por motivos religiosos. Sendo assim, hoje fiz para o almoço Sopa de Bacalhau. Esta sopa pode servir como entrada ou até mesmo como prato principal. Apesar de ter feito apenas a sopa para mim, deixo-vos a receita para 4 pessoas:



Receita para 4 pessoas:



Ingredientes:

- 500gr de bacalhau desfiado (ou uma posta média por pessoa);

- meia dúzia de batatas médias;

- 1 ovo por pessoa;

- caldo de peixe;

- pimenta;

- azeite;

- salsa;

- alhos;

- louro;

- pão;

- sal;

Preparação:

Coze-se primeiro o bacalhau com azeite, sal, louro e alhos a gosto, a quantidade de água é a que se desejar. Depois do bacalhau estar cozinhado retira-se da água e reserva-se. Na água do bacalhau colocam-se as batadas, um cubo de caldo de peixe e salsa a gosto. Entretanto limpa-se o bacalhau de peles e espinhas. Assim que as batatas estiverem cozinhadas retira-se o louro e desfazem-se em puré com a varinha mágica. Depois desta operação colocam-se os ovos para que escalfem, deixando-os mais ou menos cozidos conforme o gosto de cada pessoa. Junta-se por fim a este preparado o bacalhau, retificam-se os temperos e serve-se por cima de pão cortado aos cubos. E bom jantar...



Notas:

Nenhuma a assinalar.


18
Dez 08
publicado por Luís Veríssimo, às 19:13link do post | comentar | ver comentários (2)


No cumprimento rigoroso, e para o qual não faltam apetites, da Rota das Pizzas, eu e Luís rumámos ao restaurante di Casa, no C C Vasco da Gama, para provar e avaliar em profundidade e espírito severo e rigoroso as iguarias e atributos da casa, desta vez por sugestão do Luís!

A ocasião sugeria ambientes mais intimistas que, pese embora alguma algazarra de um grupo de rapaziada nova e a dimensão generosa do restaurante, não ficou comprometida. A luz pontual, a decoração em tons escuros, a disposição das mesas de duas pessoas, permitia um certo distanciamento face ao que nos rodeava, permitindo usufruir de ingredientes tão ou mais importantes como a conversa e olhares…
A degustação iniciou-se por uma entrada de Crostini: uma fatia de pão torrado barrada com pesto, a que se junta mozzarela, rúcola e presunto. Saborosa, mais pelo pesto bem doseado, do que pela rúcola e presunto, que pareceram mais correntes e não muito frescos. As pizzas escolhidas foram a Parma para mim (mozzarela, rúcola e presunto) e a Fiorentina para o Luís (mozzarela, ovo, espinafres e parmesão). A escolha deixou-nos razoavelmente satisfeitos, apesar da duplicação que a minha distracção implicou, face à entrada. Mas também aqui se sentiu a falta de frescura das folhas de rúcola e a banalidade das fatias de presunto. No final, apercebemo-nos de que o presunto não é colocado sobre a base da pizza antes de ir ao forno. Se fosse, talvez o resultado fosse diverso… fica a sugestão. A massa era muito agradável: saborosa, leve e estaladiça sem ser dura. Acompanharam-se entrada e pizza com imperiais fresquinhas. Para a sobremesa hesitámos entre a sempre tentadora e refrescante Panacotta e o Biscotto Affogato em Café. Prevaleceu o sabor do último, com um gelado de caramelo envolvido por café expresso, sobre ele vertido no momento. Bastante agradável para um final feliz.
Da impressão geral retivemos ainda dois aspectos a melhorar: a iluminação tende a encadear algumas pessoas por haver alguns focos orientados para a cara de quem está sentado; seria importante esclarecer no momento das reservas que, caso não haja disponibilidade para o dia, poder-se-á tentar aparecer sem reserva, uma vez que há claramente muitos lugares que não estão abrangidos por esse sistema… por pouco não optámos por outro destino…
O preço final ficou-se nos simpáticos 25,70€, razão que explica a concorrida afluência. É claro que em noite de 6ª feira, a rota do centro comercial+jantar+cinema+copo ajuda ao movimento geral…
Avaliação global: 11 valores. Comida razoável e saborosa, mas claramente com possibilidade de melhorar na qualidade dos ingredientes, ambiente descontraído mas sem perder alguma contenção e intimidade nos múltiplos espaços, preço convidativo, serviço simpático qb mas de alguma impessoalidade e demora. Opção para saídas práticas e despreocupadas.

di Casa
cozinha italiana
Centro Comercial Vasco da Gama, 3.º piso, loja 3008
Parque das Nações, 1990-094 Lisboa
tel. +351 218922290
Fax +351 217971053
www.dicasa.pt


12
Nov 08
publicado por Luís Veríssimo, às 21:35link do post | comentar | ver comentários (4)

Na quinta-feira passada eu e o Joni continuámos a nossa demanda pela  "rota das pizzas" e o feliz contemplado foi o Lucca.

Confesso que fiquei um pouco desiludido com a escolha do Joni. Nunca fui fã de restaurantes armados ao pingarelho e este, infelizmente, é-o. Nesta rota o que se pretende não é apenas saborear uma boa pizza, também temos que contar com todo o conjunto. Mas primeiro vou falar-vos da comida. De entrada pedimos Bruschettas de Azeitonas que estavam uma maravilha. A minha pizza foi uma Toscana e a do Joni uma Lucca. Pizzas de massa fina servidas num desapropriado prato. A acompanhar estiveram 4 cervejas e de sobremesa partilhámos uma Panna Cotta. As pizzas estavam boas e a panna cotta era aceitável. A conta foi 31,10€.
Este restaurante tem um aspecto bastante positivo, tem serviço de Take Away. Telefona-se a pedir e vai-se lá buscar.
Agora as coisas menos interessantes. 1.º O restaurante em si. O espaço parece ter sido em tempos um restaurante chinês. (Não tenho nada contra restaurantes chineses, antes pelo contrário.) Uns biombos mal amanhados à entrada, umas reentrâncias na parede onde parece que existiram uns quadros, umas paredes sem personalidade, dão ao restaurante um ar pobre. As mesas da forma como estão colocadas fazem com que comamos em cima dos degustantes do lado, o que não é forçosamente mau. 2.º O atendimento. No final até fiquei contente com o serviço. Mas no início fomos abordados por três empregados diferentes para além do que nos levou à mesa. Mesmo assim calhou-nos em sorte uma empregada simpática. 3.º O barulho. Não gosto de restaurantes barulhentos, nunca gostei. Gosto de poder comer e conversar num ambiente calmo, onde consiga falar sem ter que gritar para ser ouvido.
De nota final leva um mísero 10 em 20, sobretudo por querer ser muito e depois acabar por ser pouco. A regressar para poder formar uma opinião mais justa.

Lucca Pizzeria Ristorante
Travessa Henrique Cardoso, 19 B
1700-242 Lisboa
tel. +351 217972687/1051
Fax +351 217971053
www.pizzerialucca.com


10
Out 08
publicado por Luís Veríssimo, às 18:16link do post | comentar | ver comentários (5)

Anteontem, eu e o Luís, fizemos a segunda paragem na  "rota das pizzas" e o restaurante escolhido foi o Zucchero.

Esta escolha do Luís foi uma agradável descoberta, revelando-se acolhedora q.b. e com óptima oferta a preços muito, muito convidativos para este tipo de restaurante. É um espaço acima de tudo despretensioso, simples, mas procurando acompanhar os convivas com um certo toque de diferença, presente nas fotografias a preto e branco de conhecidos protagonistas do cinema italiano: Marcello Mastroiani e Sophia Loren, que preenchem a totalidade da altura das paredes. A sala de refeição não é grande, mas o pé-direito alto de um rés-do-chão da zona de São Sebastião proporciona um ambiente desafogado e descontraído. A iluminação poderia ser facilmente melhorada com uma redistribuição sobre alguns recantos mais escuros. A relação com a cozinha, algo trapalhona e (mal) exposta sobre a sala de refeições, talvez seja o ponto menos positivo desta apreciação...
Para uma noite de quarta-feira, encontrámos o restaurante tranquilo, mas não desaconchegado, o que permitiu um serviço célere e sem complicações. A escolha recaiu sobre duas pizzas que, coincidência, pouco se distinguiam! Com quase os mesmos ingredientes, bem compostos sobre uma fina e saborosa massa cozida em lenha (?), as pizzas tinham salame alemão e presunto como ingredientes de destaque. O salame na minha (Montanara) e o presunto na do Luís (Funghi)...
A entrada de Pão de Alho com mozzarela e oregãos estava uma delícia; a sobremesa - pannacota com frutos - dispensava o açucar da base de massa, originalidade da casa. As bebidas - duas imperiais e uma garrafa de água. A conta ficou bem em conta: 25,25€. Os empregados eram simpáticos, sem excessiva presença. A nota final: 15 em 20, sobretudo pela óptima relação preço-qualidade! A voltar e a dar a conhecer a mais bons amigos.

Zuchhero Italiano
Rua Marquês Sá da Bandeira, 14 A-B
1050-148 Lisboa
tel. +351 213147316


01
Set 08
publicado por Luís Veríssimo, às 08:58link do post | comentar | ver comentários (5)

Eu e o Joni iniciámos anteontem a primeira de pelo menos duas rotas que queremos fazer. O objectivo é conhecermos restaurantes e/ou outros lugares onde possamos comer boa comida. Cada um de nós escolherá alternadamente o local de degustação. Sendo que quem escolhe é quem paga a conta. A primeira rota calhou a ser "A rota das pizzas" e o primeiro restaurante contemplado calhou a ser o Casanova.


O Casanova é realmente uma pizzeria com carisma. Dispõe de duas zonas de trabalho mesmo à vista do cliente. A entrada é feita pelas traseiras do edifício. Este restaurante tem a particularidade de no interior não haver a necessidade de chamar o empregado quando é preciso. Como o fazemos então? acendemos uma luz vermelha que temos por cima das nossas cabeças. Este sistema torna o espaço menos ruidoso, que mesmo assim continua a sê-lo. Apesar de termos ido no final do mês, num sábado à tarde solarengo, não esperámos muito por uma mesa. Neste restaurante há outra prática pouco comum na restauração portuguesa: as pessoas sentam-se em mesas que estão colocadas de forma corrida, sendo assim, é normal sentarmo-nos ao lado de desconhecidos. O Joni pagou 32€. Eu comi uma pizza Don Corleone, ele uma pizza Rustica, para acompanhar bebemos umas imperiais. A sobremesa foi uma Panna Cotta para o Joni e um Sorbetto di Limone para mim. Tem nota positiva, um 14 em 20. O barulho, o parecer ser demasiado finório e alguma impessoalidade dos empregados foram os pontos menos positivos.


Casanova Pizzeria

Cais da Pedra à Bica do Sapato

Loja 7, Armazém B

Santa Apolónia - 1900 Lisboa

tel. +351 218877532

Fax +351 218877534


31
Ago 08
publicado por Luís Veríssimo, às 19:13link do post | comentar | ver comentários (13)

Considero-me alentejano, não por ter nascido no Alentejo, mas por toda a minha família ser da região e por ter lá vivido na adolescência. Como já andava com saudades daquelas planícies resolvi fazer uma Açorda de Gambas. Para a degustação convidei 5 pessoas. Deliciaram-se... Aqui fica a receita:



Receita para 6 pessoas:



Ingredientes:

- um pão do tipo alentejano de 1kg;

- duas gambas grandes com casca por cada pessoa;

- 100gr de gambas descascadas;

- 200gr de camarões descascados;

- 6 ovos;

- uma cabeça de alhos;

- um ramo de coentros;

- óregãos;

- azeite;

- sal.



Preparação:

Cozi as gambas grandes com casca em água apenas temperada com sal. Coloquei também nesta água, como costumo colocar sempre, umas cascas de cebola (coisas que eu via o meu pai e a minha mãe fazerem quando ficava especado a vê-los cozinhar). Depois de cozinhadas as gambas, retirei-as da água e reservei-as. Passei a água das gambas por um coador e cozi nessa água as gambas e os camarões sem casca. Assim que cozeram reservei-os também. Coei novamente a água e deixei-a repousar um pouco. Cortei o pão aos bocados e fui colocando um pouco da água das gambas por cima. Depois de amolecido o pão, passei-o de forma grosseira com a varinha mágica. Ficou criada assim uma papa homogénia de pão. Reservei-a. Numa panela antiaderente aloirei em azeite os alhos previamente picados e esmagados. Juntei a este "refogado" o molho de coentros, parte deles cortados grosseiramente e esmagados, e outra parte picados finamente. Deixei o lume aquecer os coentros e juntei logo de seguida a papa feita com o pão. Mexi bem para que os coentros e os alhos se juntassem à papa. Nesta altura revi a consistência da papa e juntei-lhe mais um pouco da água das gambas. Reduzi o lume para o mínimo e fui colocando um ovo de cada vez, mexendo sempre a cada ovo. Depois de adicionados os ovos juntei as gambas sem casca e mexi o preparado muito bem, para que todos os ingredientes se unissem bem. Deixei a mistela em lume brando para que os ovos cozinhassem bem. Voltei a colocar as gambas grandes com casca ao lume (brando), na água da sua cozedura, para as aquecer. Servi a açorda bem quente. Ao servir fui decorando os pratos com as gambas com casca.



Notas:

De entrada foram servidos queijinhos frescos temperados no momento. E foram acompanhados com uma salada de alface com maçã verde.

A regar a refeição foi servido um vinho verde de Ponte da Barca e um branco das Terras do Sado.


28
Ago 08
publicado por Luís Veríssimo, às 20:02link do post | comentar | ver comentários (6)

Na sexta-feira passada tive que dar de jantar a quatro alminhas. Por sugestão de uma das alminhas, o Joni, fiz uns deliciosos Cogumelos Pleurotus no Forno com Tomates Gratinados com queijo feta e acompanhados com salada de alface ripada. Esta receita não tem mesmo nada que saber. É das coisas mais simples que se podem fazer na cozinha e faz um brilharete de primeira. Fica aqui a receita:

Receita para 4 pessoas:

Ingredientes:
- 400gr de cogumelos pleurotus;
- 4 tomates;
- queijo feta;
- óregãos;
- pimenta;
- azeite;
- sal.

Preparação:
Dispõe-se os pleurotus num tabuleiro, utilizei o do forno, previamente untado com azeite. Polvilham-se os cogumelos apenas com sal, óregãos e pimenta. Noutro tabuleiro, também untado com azeite, colocam-se os tomates (nem verdes, nem maduros, mas rijos) apenas abertos em quatro. Nessas aberturas coloca-se um pouco de queijo feta. Tal como com os pleurotus, também se polvilham os tomates apenas com sal, óregãos e pimenta. E vão ao forno (no máximo) ao mesmo tempo os cogumelos e os tomates durante 15 minutos. Depois de desligado o forno, deixam-se a repousar durante mais uns 5 minutos. E por fim é só comer.

Notas:
O manjar foi acompanhado com uma salada de alface ripada à qual juntei uma pêra.
Em vez do queijo feta pode ser utilizado outro queijo que derreta mais.


06
Ago 08
publicado por Luís Veríssimo, às 12:47link do post | comentar | ver comentários (5)

Para comemorar o regresso da Cláudia das suas férias resolvemos ir ao cinema e jantar juntos em sua casa. O que era para ter sido um simples bacalhau cozido com batatas, ovos e outras verduras, transformou-se num excelente arroz de bacalhau. Esta transformação deveu-se ao facto de me ter esquecido de levar as batatas e em boa ora me esqueci. Vejam a receita que foi feita:


 


Receita para 2 pessoas:


 


Ingredientes:


- uma posta alta de bacalhau;


- três mãos cheias de arroz;


- uma cebola picada;


- três dentes de alho picados;


- dois tomates maduros congelados;


- coentros congelados;


- vinho branco;


- uma folha de louro;


- azeite;


- sal.


  


Preparação:


Cozer o bacalhau em água e sal. Num outro tacho fazer um refogado com a cebola picada, o alho picado e a folha de louro. Como estavam congelados nós colocamos logo os dois tomates maduros para se irem desfazendo ao longo da cozedura. A meio do refogado colocou-se um pouco de vinho branco. Quando o bacalhau ficou cozido retirou-se da água, reservando-se esta e desfiou-se. De seguida colocou-se as três mãos cheias de arroz e um pouco da água do bacalhau. Quase no final da cozedura do arroz colocou-se o bacalhau, retificou-se o sal e a água. Assim que o arroz ficou pronto colocou-se os coentros e desligou-se o lume.


  


Notas:


Acompanhámos o arroz com pão e uma salada com vários tipos de alface e pepino.


24
Jul 08
publicado por Luís Veríssimo, às 19:22link do post | comentar | ver comentários (4)

Há uns dias atrás comprei uns espetos para espetadas de metal. Estreei-os com umas espetadas de lulas que ficaram razoavelmente interessantes. Ontem aprimorei-me e fiz umas de porco. Mas o mais interessante desta receita é o molho de cogumelos. Quem comeu deliciou-se. Ora vejam:


 


Receita para 2 pessoas (6 espetadas):


 


Ingredientes para as espetadas:


- 18 cubos de carne de porco;


- 12 camarões grandes sem casca;


- 6 cogumelos inteiros cortados ao meio;


- 12 cubos de melão;


- pimenta branca;


- óregãos;


- sal.


  


Preparação:


Depois de tudo cortadinho, compus as espetadas da seguinte forma: melão, carne, cogumelo, camarão, carne, camarão, cogumelo, carne e melão. Temperei-as com sal, pimenta e óregãos. Deixei-as repousar durante umas duas horas antes de cozinhar, mas não seria necessário. Cozinhei-as no forno com este no máximo durante 15 minutos, mais 10 com o forno desligado.


 


Ingredientes para o molho:


- cogumelos;


- 1 pacote de natas; 


- coentros frescos;


- massa de alho;


- piri-piri;


- azeite;


- sal.


  


Preparação:


Coloquei um fio de azeite numa frigideira e cortei os cogumelos grosseiramente lá para dentro. Mexi e tapei a frigideira. Passados uns 2 a 3 minutos coloquei o resto dos ingredientes, mexendo de cada vez que punha um, pela seguinte ordem: natas, massa de alho, piri-piri, sal e coentros frescos picados. O lume manteve-se no mínimo, fui mexendo sempre e ao fim duns 5 minutos desliguei. Deixei repousar. O repouso fez com que o molho engrossasse. Antes de servir aqueci-o durante outros 5 minutos, mexendo sempre.


 


Acompanhamento:


O acompanhamento foram batatas e bróculos cozidos apenas em sal e com uma folha de louro.


 


Notas:


Os cubos de carne de porco que utilizei foram cortados por mim, eram de duas costeletas que tinha no congelador. Podem ser utilizados rojões, que são ligeiramente mais espessos.


Ao servir reguei as espetadas e o acompanhamento com o molho de cogumelos. Fiz o molho para evitar que se temperasse o acompanhamento, e para avivar a alma das espetadas.


16
Jul 08
publicado por Luís Veríssimo, às 16:09link do post | comentar | ver comentários (3)

... quando me esparramo no sofá a ver episódios do Lost e a comer pão e quilos, muitos, quilos de cerejas. Daquelas bem docinhas e bem sumarentas e bem vermelhas. À falta de cerejas vai melancia, também bem doce e bem sumarenta e bem vermelha. Gosto do Verão por poder deliciar-me com estas frutas.


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