Since 1979
25
Dez 08
publicado por Luís Veríssimo, às 14:12link do post | comentar


A Charlie Brown Christmas, 1965


24
Dez 08
publicado por Luís Veríssimo, às 16:02link do post | comentar


The Nightmare Before Christmas, 1993


23
Dez 08
publicado por Luís Veríssimo, às 16:26link do post | comentar | ver comentários (2)


Merry Christmas Mr. Lawrence, 1983


22
Dez 08
publicado por Luís Veríssimo, às 15:58link do post | comentar


Salvem os ricos - Os Contemporâneos, 2008


28
Nov 08
publicado por Luís Veríssimo, às 20:28link do post | comentar | ver comentários (6)

De hoje e até ao início de Janeiro este será o layout natalício deste blog. Já era tempo de dar uma volta a este abandonado estaminé e fazê-lo renascer das cinzas. Espero que a inspiração e temas para posts não escasseiem. A ver vamos...

tags: ,

publicado por Luís Veríssimo, às 09:33link do post | comentar

Começou ontem e prolonga-se até 23 de Dezembro. Conhecida já como a Feira de Natal da Gulbenkian, a Feira dos Livros da Gulbenkian é uma preciosidade para quem quer comprar livros a preços bastantes simpáticos. Durante toda a Feira há descontos e no Dia do Livro há mais um descontinho sobre o primeiro desconto. Para além dos livros há outros produtos Gulbenkian à venda. Nos últimos anos a Feira alojou-se numa sala situada na garagem do edifício sede, este ano parece que está na Loja do Museu. Aberta todos os dias das 10h às 20h.


Festa dos Livros Gulbenkian 2008


A 12.ª edição do afamado StockMarket começa hoje com uma preview e prolonga-se até ao dia feriado (1 de Dezembro). Mais uma vez a Fundição de Oeiras (mesmo colada à Estação de Comboios) acolhe o evento. É uma boa oportunidade para adquirir roupa de marca com descontos que vão até aos 80%. Hoje a entrada custa 20€ (horário das 17h às 22h), mas de amanhã e até dia 1 a entrada custa 4€ das 10h às 18h e 2€ das 18h às 20h, para famílias (4pax) e para estudantes o custo é de 2€, crianças e idosos a partir dos 65 anos não pagam. Para a semana, 6, 7 e 8 de Dezembro o StockMarket faz a sua paragem no norte, na Exponor em Matosinhos.


StockMarket Dezembro 2008

tags: ,

24
Dez 07
publicado por Luís Veríssimo, às 19:52link do post | comentar

«Chove! Chove lá fora. Ai como chove! As escovas do pára-brisas não param. O barulho no exterior é ensurdecedor. O vento é ensurdecedor. Os trovões são ensurdecedores. O carro pouco os protege. Faz-se sentir algum frio, mesmo com o ar condicionado. Nunca mais chegam ao destino. Já nenhum dos dois suporta tanta demora. A poucos metros vêem os raios a serem engolidos pela terra. A tempestade ameaça-os. A noite está densa e os perigos estão à espreita.
É dia 24 de Dezembro. Aliás é já noite. A noite de consoada. Temos Diogo e Carmensita . Estão já a poucos quilómetros de Fronteira, no Alentejo. Vêm desde Lisboa. Rapidamente se pôs noite. E assim que chegaram ao Alentejo começou a chover e a trovejar. No rádio ouve-se agora um CD de Natal que Diogo fez questão de trazer: The Best Cristmas Album In The World.
Carmensita já não suporta mais aquela tempestade. Está inquieta como o tempo. E a viagem até casa dos seus pais parece estar a demorar uma eternidade. Uma eternidade angustiante. As canções natalícias estão a irritá-la de tal maneira.
Diogo está mudo, tenta conduzir com a maior das cautelas por entre as curvas tortuosas da estrada. Não quer que cheguem atrasados, mas também não quer colocar nenhum dos dois em risco. Amaldiçoar-se-ia se algum mal acontecesse à su Carmensita .
Esta não consegue de maneira nenhuma sossegar. Há qualquer coisa que a aflige. Só não sabe bem o quê. Já nem são as cantorias de Feliz Natal. Não tem medo de trovões, relâmpagos, ou raios. Mas vê-los ali tão próximos tanto a assusta como a fascina. "Quem me dera ter aqui uma máquina fotográfica!", pensa alto distraidamente.
- Que disseste? - pergunta-lhe Diogo.
- Hã ?!? Como? - disse Carmensita.
- Que disseste? Não precebi!
- Não sei! Acho que não disse nada...
- Foi qualquer coisa sobre não teres máquina fotográfica... - insiste Diogo.
- Ah! Era o que estava a pensar... Há uma beleza estranha nos relâmpagos. E apetecia-me fotografá-los. Já reparaste no poder que emanam? - pergunta Carmensita .
- Não estou muito atento aos relâmpagos... Com esta tempestade, preocupa-me mais a estrada. Sabes melhor que eu que estas estradas do Alentejo são muito perigosas. - tenta-se justificar.
- Sim! Claro! Tens razão!
- Mas tenho aí a minha máquina fotográfica... está na minha pasta no banco de trás. - disse por fim Diogo.
- Oh! Já podias ter dito... Para o carro! Quero ir tirar umas fotografias. - barafusta Carmensita.
- Agora? Já estamos atrasados e ainda devemos demorar uma boa meia hora ... - choraminga.
- É só por alguns minutos. Eu tiro umas fotos rápidas e vamos logo embora. - pede Carmensita .
- Mas vais ficar toda molhada... - lamuria.
- Não faz mal! Eu depois seco-me na lareira dos meus pais. Não te esqueças que ainda lá tenho roupas minhas.
- Só se forem vestidinhos às florezinhas de quando eras miúda... - graceja Diogo.
- Vá! Para lá o carro se faz favor. - ordena Carmensita .
- Está bem! Está bem! - Assim que Diogo pára o carro, Carmensita avança pela tempestade adentro de máquina fotográfica em punho. Os únicos flashes que se vêem são os da máquina e os relâmpagos. Passados poucos minutos de estar no exterior Carmensita fica totalmente encharcada . Não só encharcada pela chuva como também pela emoção. A emoção de estar assim tão perto dos raios. Os raios já não ferem a terra, penetram-na, são uma forma de a fertilizarem...
- Sai daí! - implora Diogo. - Vamos embora!
- Sim, vamos já. - Carmensita entra muda no carro. O silêncio agora impera. Diogo desligou finalmente o rádio. Deixa de repente de chover, como que por um passe de mágica. Todo o temporal se desvanece. Raios, trovões e relâmpagos desaparecem do céu. A viagem continua em silêncio, agora bem mais calma. A mão esquerda de Carmensita procura a direita de Diogo, pousada na alavanca de mudanças. Acaricia-lhe as veias salientes. O amor que ambos sentem um pelo outro reflecte-se neste pequeno e simples gesto. Agora sim poderão prosseguir pelos poucos quilómetros que faltam e ir cear tranquilamente como a época o exige.»


publicado por Luís Veríssimo, às 12:10link do post | comentar

Regressei hoje ao trabalho depois de semana e meia de férias. - Ninguém regressa ao trabalho vindo de férias no dia 24 de Dezembro, eu sei. - Estou cansado dos Natais. Desde a morte da minha mãe que o gosto pelo Natal é diferente. O Natal não sabe ao mesmo, o que é aceitável e compreensível. Assim sendo, tento ter um Natal diferente todos os anos. Hoje ainda, depois do work, vou para casa dos meus avós passar lá a Consoada. Amanhã o almoço de Natal deverá ser em casa da minha tia Laura. E assim se vai mais um Natal. Já agora: um Bom Natal a todos e a todas.


publicado por Luís Veríssimo, às 11:28link do post | comentar


Há filmes difíceis! Difíceis de ver e de digerir. Este é ambas as coisas. Feliz Natal (Joyeux Noël, Merry Christmas; 2005 de Christian Carion) é um dos melhores filmes de Natal de sempre. Cada vez que me lembro deste filme o meu coração palpita e fica tristonho. Todos os Natais deveriam ser assim: mágicos e belos. Deixo-vos aqui uma das canções que compoem a banda sonora: I'm Dreaming Of Home (Hymne des Fraternisés título original). 



18
Dez 07
publicado por Luís Veríssimo, às 22:39link do post | comentar | ver comentários (3)


A minha segunda canção de Natal favorita é esta: Santa Claus Is Coming To Town. Foi escrita em 1934 por J. Fred Coots e Haven Gillespie. Esta versão de Frank Sinatra é de 1948 e pode ser encontrada no álbum Christmas Songs By Sinatra.

tags: ,

mais sobre mim
Janeiro 2012
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6
7

8
9
10
11
12
13
14

15
16
17
18
19
20
21

22
23
24
25
26
27
28

29
30
31


pesquisar neste blog
 
subscrever feeds
blogs SAPO