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14
Fev 10
publicado por Luís Veríssimo, às 19:34link do post | comentar | ver comentários (1)

O amor não tem barreiras, não escolhe idades, nem pessoas, nem sexo, nem religião, nem cores... o amor não tem tempo, é infinito e maravilhoso... o amor é aquela coisa que arde sem vermos, é tudo o que se queira. Neste dia dos namorados, do S. Valentim, recordo aqui um dos melhores filmes de sempre de amor e de guerra: Casablanca (1942), com um soberbo Humphrey Bogart e uma deslumbrante Ingrid Bergman. Fica aqui As Time Goes By cantado por Sam (Dooley Wilson).


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14
Fev 09
publicado por Luís Veríssimo, às 07:52link do post | comentar

A melhor melodia que pode definir o dia de hoje é sem dúvida alguma esta, My Funny Valentine, a letra ainda é actual e sê-lo-á sempre. No vídeo a sempre esquecida Sarah Vaughan canta uma das suas versões únicas, não em 1990 (ano da sua morte), mas em 1973 no Japão.


04
Out 08
publicado por Luís Veríssimo, às 14:24link do post | comentar | ver comentários (6)

Ontem à noite custei-me a deixar dormir...


E não foi porque conseguia ouvir a televisão dos vizinhos do lado, de tão alta que estava. E não foi por não ter sono, estava mortinho. E não foi por ter dormitado uma horinha a meio da tarde.


Ontem à noite custei-me a deixar dormir...


Confesso! Foi por sentir a falta do teu calor ao meu lado. Confesso! Ando embriagado... tal como o outro também andava. Confesso! Fazes-me falta.


26
Ago 08
publicado por Luís Veríssimo, às 20:06link do post | comentar | ver comentários (4)

Tenho andado tão ocupado com tanto em que pensar, que nem fiz umas considerações sobre o final dos Jogos Olímpicos 2008. Organizei para sábado passado uma ida a Tróia e a Setúbal para uns amigos e conhecidos. A "movimentação sentimental" tem andado a evoluir de forma bastante favorável. E tenho também andado a preparar a terceira mudança do ano. Ou seja, tenho tido muito em que pensar e muito pouco tempo de jeito para o blog.


11
Jul 08
publicado por Luís Veríssimo, às 10:20link do post | comentar | ver comentários (5)

Hoje acordei cedo. Passava pouco das 08h. O telefone tocou. Atendi estremunhado. "Ah! Empresta-me o carro para ir...". "Sim, claro que empresto! Ele anda. Tem o depósito cheio. Já prendeste o pára-choques. As luzes também já as prendeste. Claro que empresto.". Veio passados minutos buscar os documentos. É-me estranho verificar o quão às vezes sinto que estou preso àquele homem. Quase numa situação de dependência doentia. Isto assusta-me um pouco. Já fomos feitos um para o outro. Não soubemos foi cuidar do sentimento que nos unia. Contudo, agora já não haverá mais possibilidades, foi chão que já deu uvas. Sempre gostei desta expressão. Como se todo o chão em que piso fica impossibilitado de dar uvas logo a seguir à próxima colheita. De momento estou é com sono, muito sono. Não consegui voltar a adormecer. É por isto que tenho sempre a cama por fazer. Assim tenho a possibilidade de me deitar a qualquer hora do dia e da noite para tentar dormir. A maior parte das vezes são apenas tentativas não concretizadas. Desde a adolescência que tenho muitas, mas mesmo muitas dificuldades em adormecer. Já me deveria considerar um "doente" do sono. Já ponderei a hipótese de que não consigo deixar-me dormir por ter a consciência demasiadamente pesada. Mas isto também foi chão que já deu uvas. Vou mas é tentar dormir novamente.


23
Out 07
publicado por Luís Veríssimo, às 07:07link do post | comentar | ver comentários (2)

O namoro terminou durante o fim-de-semana. E nada mais há a dizer sobre o assunto. É tudo um pouco estranho. O vazio das divisões da casa é a diferença mais notória. O que realmente me vai custar será tomar as refeições sozinho. Terei que me habituar a essa situação novamente. É o começar de novo. Com calma tudo se recomporá.

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