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Jul 08
publicado por Luís Veríssimo, às 11:30link do post | comentar | ver comentários (2)

Definitivamente gosto de ir ao Mercado de Algés. Já soube que irá entrar em obras. Não se sabe ainda é quando. Suspeita-se que as obras irão demorar 3 anos! E também ainda não se sabe para onde os vendedores irão vender as suas coisas nesse meio tempo. Mas não quero falar hoje disso.


Esta semana numa das vezes que fui à praia a Cláudia levou a fruta. Melancia. Era um pavor de melancia. Disse-me que a tinha comprado no Pingo Doce de Algés. Eu ia-me dando uma coisa. Dei-lhe um ralhete. Então a gaja vem a Algés tantas vezes, até faz compras cá e compra-me a fruta no supermercado? Que vá ao Mercado. Ah e tal, nunca vem cá quando o Mercado está aberto. Eu vou! Compro-te as coisas. Então lá fui hoje comprar-lhe a fruta.


Hoje a banca da D. Fátima estava concorrida, como de costume. Reparei então que para além de estar a dona da banca e da sua mãe a atender, estava também o Cristiano, o filho. Fiz questão de ser atendido por ele. Foi ele que cortou a melancia ao meio, foi ele que pesou os tomates, o pepino, as ameixas, a papaia, os pêssegos, as mangas. E foi ele também que me fez um desconto. Desconto esse que a mãe, a D. Fátima, já me faz. Para facilitar os trocos arredondam as contas para baixo, às vezes os descontos são de mais de 10 cêntimos. Qualquer desconto em tempo de crise é coisa bem vinda.


Gosto mesmo deste Mercado. #suspiro# Agora tenho que me despachar que o casamento é mais logo à tarde.


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