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16
Mai 11
publicado por Luís Veríssimo, às 10:47link do post | comentar

 

Deixo-vos aqui os links dos textos (alguns desactualizados) que escrevi para o dezanove.pt sobre alguns filmes que estiveram presentes no festival internacional de cinema IndieLisboa'11:

"IndieLisboa: Mas o que é que pode haver de novo no amor?": «É a esta simples e complexa pergunta que seis jovens realizadores portugueses tentam responder no filme “O Que Há De Novo No Amor?” (2011).»;

"IndieLisboa: "O Céu Sobre os Ombros" - o nosso pior inimigo somos nós mesmo": «A vida de cada um de nós é um grande e imenso tabuleiro de xadrez, cheio de jogadas complexas e decisões difíceis sem retorno.»;

- "IndieLisboa - Pulso Acelerado: à procura da identidade (vídeo)": «Na secção infanto-juvenil do IndieLisboa, o IndieJúnior, também são mostrados filmes de temática LGBT.»;

- "O vencedor do IndieLisboa: The Ballad Of Genesis And Lady Jaye, uma nova balada de amor (vídeo)": «O Indie também é queer. O Indie também é pan, pansexual, panamoroso. Aliás, esta foi a tónica de todo o festival, o amor nas suas várias formas, com as mais variadas consequências. E isto reflecte-se no filme vencedor deste Indie. "The Ballad Of Genesis And Lady Jaye" (2011) de Marie Losier venceu o Grande Prémio "Cidade de Lisboa".».

 


22
Abr 11
publicado por Luís Veríssimo, às 10:20link do post | comentar | ver comentários (3)

Hoje é sexta-feira. Sexta-feira Santa. Sexta-feira (ainda) não foi alterada com os acordos ortográficos. Sexta-feira escreve-se (ainda) sexta-feira. Mas esta, a de hoje é santa. Como se de um shabat se tratasse. Neste dia que é santo nada, ou quase nada se pode fazer. Não poder comer carne é a "proibição" que mais salta à vista. Eu próprio ontem à noite tirei do congelador um belo frango para assar. Hoje de manhã quando acordei pensei que talvez não fosse boa ideia cozinhar o frango. Isto é uma das muitas tradições e imposições da nossa cultura portuguesa. Irremediavelmente associada ao cristianismo e sobretudo ao catolicismo apostólico românico. Nesta sexta-feira, a santa, não se pode trabalhar. Mas há quem trabalhe para garantir a santidade do dia. O pessoal da famosa troika está lá no "seu" gabinete a ver o que pode continuar a fazer para deprimir ainda mais os portugueses. Essa troika não descansa. Foram esses senhores do Norte que trouxeram a chuva e o mau tempo numa altura em que já estávamos a gozar dias de Verão. Sócrates também foi gozar uns diazinhos para o Algarve. Dizem que está num hotel de luxo. Pois eu acho muito bem que esteja. Que este país é muito cansativo e ter conseguido obter uma boa sondagem depois de tanto trabalho e esforço merece algum descanço. Sócrates é o nosso Cristo, será que vai conseguir ressuscitar nas eleições de 5 de Junho? Mas esta sexta-feira quer-se santa, quer-se apaixonada, com peixe e sem carne, com amigos e em família, a trabalhar ou a ver maus filmes na televisão, a ler jornais ou maus best-sellers. É esta a sexta-feira que temos, uma sexta-feira santa ou a vida selvagem que foi destinada a Portugal.

Capa d' O Inimigo Público de 22 de Abril de 2011.

 


21
Fev 10
publicado por Luís Veríssimo, às 11:15link do post | comentar | ver comentários (1)

 


Edição do Diário de Notícias da Madeira de 21-02-2010.


24
Jan 10
publicado por Luís Veríssimo, às 13:37link do post | comentar | ver comentários (1)

Os Screen Actors Guild Awards, mais conhecidos apenas por SAG, foram entregues esta madrugada. Mais um fim-de-semana da época de caça aos prémios que antecedem os Oscars. Escolhidos e votados apenas por actores e actrizes, os SAG premeiam somente as performances, no cinema e na televisão. Desta vez não vi a cerimónia em directo, apenas vi esta manhã os premiados. De salientar apenas que fiquei contente e espantado com a vitória de Inglourious Basterds para o prémio principal, Melhor Elenco - na foto, que corresponde em teoria à categoria de Melhor Filme.



 


O elenco de Inglourious Basterds, da esquerda para a direita: Christoph Waltz, B. J. Novak, Diane Kruger, Eli Roth, Omar Doom e Jacky Ido.


Fica aqui agora a lista dos vencedores:


Melhor Elenco num Filme: Inglourious Basterds;


Melhor Actor num Filme: Jeff Bridges por Crazy Heart;


Melhor Actriz num Filme: Sandra Bullock por The Blind Side;


Melhor Actor Secundário num Filme: Christoph Waltz por Inglourious Basterds;


Melhor Actriz Secundária num Filme: Mo'Nique por Precious: Based on the Novel Push by Sapphire;


Melhor Elenco numa Série Cómica: Glee;


Melhor Elenco numa Série Dramática: Mad Man;


Melhor Actor numa Série Cómica: Alec Baldwin por 30 Rock;


Melhor Actriz numa Série Cómica: Tina Fey por 30 Rock;


Melhor Actor numa Série Dramática: Michael C. Hall por Dexter;


Melhor Actriz numa Série Dramática: Julianna Margulies por The Good Wife;


Melhor Actor numa Mini-Série/Telefilme: Kevin Bacon por Taking Chance;


Melhor Actriz numa Mini-Série/Telefilme: Drew Barrymore por Grey Gardens.


 

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18
Jan 10
publicado por Luís Veríssimo, às 03:50link do post | comentar | ver comentários (2)

A época de caça aos prémios já começou... Já foram entregues os People's Choice Awards e os Critic's Choice Awards, por exemplo. Há pouco foram entregues os Golden Globes Awards. A época de caça continuará muito renhida até 7 de Março aquando da entrega dos Oscars.


Os Golden Globes são entregues pela imprensa estrangeira em Hollywood (HFPA - The Hollywood Foreign Press Association).


A cerimónia dos Golden Globes até correu bem. Um Ricky Gervais competente, com boas piadas, esteve à frente da apresentação. Houve bons discursos como o de Mo'Nique (Melhor Actriz Secundária Cinema). Houve ovações para o Michael C. Hall (Melhor Actor Drama TV) por exemplo, na foto já na sala de imprensa. Houve surpresas como Glee bater 30 Rock e The Office e vencer como Melhor Série Musical/Comédia. Houve injustiças como James Cameron ter roubado o prémio à Kathryn Bigelow como Melhor Realizador. Mas um dos momentos da noite foi sem dúvida a masterclass que Martin Scorsese deu no seu discurso de agradecimento pelo prémio Cecil B. DeMille.


Segue-se a lista dos vencedores pela ordem entregue na cerimónia:

Melhor Actriz Secundária (cinema): Mo'Nique por Precious: Based On The Novel Push By Sapphire;

Melhor Actriz Musical/Comédia (TV): Toni Collette por United States Of Tara;

Melhor Actor Secundário Série/Mini-Série/Telefilme: John Lithgow por Dexter;

Melhor Filme de Animação: Up!;

Melhor Actor Drama (TV): Michael C. Hall por Dexter;

Melhor Actriz Drama (TV): Julianna Margulies por The Good Wife;

Melhor Música Original (cinema): "The Weary Kind" por Crazy Heart, música e letra de Ryan Bingham e T Bone Burnett;

Melhor Banda Sonora Original (cinema): Michael Giacchino por Up!;

Melhor Mini-Série/Telefilme: Grey Gardens;

Melhor Actriz Musical/Comédia (cinema): Meryl Streep por It's Complicated;

Melhor Actor Mini-Série/Telefilme: Kevin Bacon por Taking Chance;

Melhor Actriz Mini-Série/Telefime: Drew Berrymore por Grey Gardens;

Melhor Argumento (cinema): Jason Reitman e Sheldon Turner por Up In The Air;

Melhor Actor Musical/Comédia (TV): Alec Baldwin por 30 Rock;

Melhor Filme Estrangeiro: Das weisse Band - Eine deutsche Kindergeschichte (O Laço Branco - The White Ribbon) da Alemanha;

Melhor Série Drama: Mad Men;

Melhor Actriz Secundária Série/Mini-Série/Telefilme: Chloë Sevigny por Big Love;

Melhor Actor Secundário (Cinema): Christoph Waltz por Inglourious Basterds;

Melhor Realizador: James Cameron por Avatar;

Melhor Série Musical/Comédia: Glee;

Melhor Filme Musical/Comédia: The Hangover;

Melhor Actriz Drama (cinema): Sandra Bullock por The Blind Side;

Melhor Actor Musical/Comédia (cinema): Robert Downey Jr. por Sherlock Holmes;

Melhor Actor Drama (cinema): Jeff Bridges por Crazy Heart;

Melhor Filme Drama (cinema): Avatar.


04
Nov 09
publicado por Luís Veríssimo, às 14:20link do post | comentar | ver comentários (2)

Leiam o artigo do Caderno P2 do jornal Público com o seguinte título: "Exmo. Sr. Não autorizo aulas de educação sexual". Há uns papás e umas mamãs que não concordam e não querem a educação sexual nas escolas. Têm todo o direito a isso em relação aos seus filhos. Mas não têm esse direito em relação aos filhos dos demais. Como é referido pelo psiquiatra Daniel Sampaio no fim do artigo: "Felizmente para os nossos jovens essas vozes são minoritárias.". É certo que actualmente não tenho filhos, contudo irei ter no futuro, não gostava nada que esta matéria, que só este ano lectivo está a ser aplicada e que foi aprovada num dos Governos de António Guterres, se atrase ainda mais, por favor.


14
Out 09
publicado por Luís Veríssimo, às 04:06link do post | comentar | ver comentários (21)

Ontem de manhã na minha leitura informativa deparei-me com a seguinte notícia do jornal I "E quando o Facebook se revolta contra o Pingo Doce". Seria apenas mais um de muitos fait-divers que o Facebook tem, mas não é bem assim. Em termos de marketing o Pingo Doce (PD) era uma conta apetecível há muito. Em Janeiro do ano passado a contrato com a agência IARB foi renovado. A colaboração entre a IARB e a Jerónimo Martins (JM) remonta aos idos anos 90. Em Setembro deste ano a direcção da JM concedeu sem concurso a conta do PD à agência brasileira Duda Propaganda (por cá é Duda Portugal). Esta agência preparou e concebeu a campanha que já se pode ver por todo o lado, nas televisões, mupis e outdors. Não haveria mal nenhum não fosse o anúncio televisivo ser um estereotipo de anúncios dos anos 80, ou que copiasse o gesto que foi utilizado na campanha publicitária de Lula da Silva quando este foi candidato à Presidência do Brasil em 2002. Para não falar dos clichés e do sol a nascer no mar e da bandeira portuguesa ao contrário... por causa do vento. O PD tinha, já não tem, deixou de ter, uma marca consolidada, uma marca de confiança, uma das melhores comunicações que pode existir para uma cadeia de supermercados. Os grandes concorrentes, Jumbo, Modelo e Continente, tiveram que palmilhar muito para chegar onde o PD chegou em termos publicitários. O que me choca é ver que a IARB foi abandonada de forma ingrata, pois a agência ajudou a marca PD a chegar onde chegou, e vice-versa claro. Aderi ao grupo criado no Facebook porque sou cliente do PD e fiquei triste por ver um bom trabalho de anos ser jogado no lixo. Espero que a JM não mova nenhum processo por difamação à pessoa que criou o grupo no Facebook. Sinceramente gostava que os responsáveis da Jerónimo Martins tenham a decência e a humildade de retirarem a campanha do ar e que peçam desculpas aos clientes e fãs do Pingo Doce.


 


Vejam também:


Gente que não grama o anúncio do Pingo Doce do Duda - Grupo do Facebook contra a publicidade

Descontentamento com a campanha do Pingo Doce cresce no Facebook - artigo no Meios & Publicidade

Anúncio do Pingo Doce alvo de críticas na Net - artigo do Jornal de Negócios

José Carlos Campos: campanha do Pingo Doce não retrata um “país genuíno” - artigo do Briefing

PINGO DOCE: COMO JODER UNA MARCA EN UN ABRIR Y CERRAR DE OJOS - post dum blog espanhol

As pessoas que gostam do novo anúncio do Pingo Doce! - Grupo do Facebook a favor da publicidade


 


Vejam o anúncio:



07
Out 08
publicado por Luís Veríssimo, às 09:37link do post | comentar | ver comentários (2)

Publico_07-10-2008


Esta 1.ª página da edição de hoje (07/10/2008) do Público refelcte o que se passou ontem na praça portuguesa. A bolsa lisboeta viveu um dia negro. Fechou a perder quase 10%, uns redondos 9,86%. Hoje abriu a subir, estava a ganhar mais de 4%. Veremos como corre o dia e como será o fecho. Em relação a esta crise económica sou um optimista. Acredito que o mercado irá recuperar. A recuperação não deverá ser fácil, mas irá acontecer. Para a recuperação nacional temos que esperar pela aprovação do Orçamento de Estado para 2009. Para a recuperação americana temos que esperar pelos resultados das eleições norte-americanas. Cá estaremos para assistir...


Não se dispensa a leitura detalhada do artigo referido na 1.ª página do jornal.


22
Set 08
publicado por Luís Veríssimo, às 13:47link do post | comentar | ver comentários (1)

Definitivamente In! A revista Com'Out é In. É In por ser uma boa revista. Não é a primeira revista portuguesa dirigida a um público maioritariamente LGBT a surgir no mercado, nem deverá ser a última. Um longo e penoso caminho foi necessário percorrer até se chegar a esta revista. Já era tempo de haver uma publicação com qualidade dirigida à comunidade LGBT. Se bem que esta revista se focaliza para um leque mais vasto e variado de pessoas. Esperei pelo terceiro número para dar a minha opinião. A qualidade tem crescido e espero que continue a crescer. Aliás, é obrigatório que a qualidade continue a crescer. Ao primeiro número temi que esta Com'Out poderia vir a ser uma Zero à portuguesa, mas enganei-me. E ainda bem! Gosto da paginação, não tem erros ortográficos nem frásicos. Gosto do "Out" na capa. Contudo o nome faz lembrar a Time Out... As capas têm tido também uma melhoria, sendo a última, com Michael Phelps, a mais interessante. Agora quer-se mais e melhores... Mais e melhor publicidade, mais e melhores páginas, mais e melhores opiniões, mais e melhores artigos de fundo. Também se quer figuras públicas na capa. Para quem ainda não conhece a revista deixo-vos excertos de opiniões publicadas nos três numeros:


 


"Outro exercício igualmente divertido é imaginarmos cerca de um milhão de armários espalhados pelas ruas. Closets para gente fina. Um armário é um móvel visível. Na rua, seria praticamente impossível não esbarrar com vários ao longo do dia. Pois é. Cada armário seria uma espécie de brinde. Nunca sabemos quem está dentro. E as surpresas seriam muitas. Boas e más, por suuesto." excerto de "A realidade de um armário" de Sara Martinho in Com'Out número 1, Crónicas das Funga H, página 56.


 


 


 


"Um heterossexual masculino pode trocar as pernas em público quando sentado. Porém, deviam existir regras claras sobre a quantos centímetros do joelho inferior descansaria a perna superior. Qual é o ângulo limite em que se pode rodar um pulso? Que grunhido vocal é permitido? Faça-se o manual senhores! Com direito a questionários sobre tiques de cabeça, pulsos, caminhar e pontuação a condizer!" excerto de "«Tens tiques efeminados?»" de António Balzeirão in Com'Out número 2, O Último Que Feche o Armário, página 98.


 


 


 


"Porque nos damos ao trabalho? Muito simplesmente porque somos humanos e podemos também sentir desejo de criar outros seres humanos a quem possamos amar incondicionalmente. Privilegiamos o aspecto social da parentalidade em detrimento do biológico; valorizamos o projecto e não a fatalidade; usamos a biologia, não somos escravos dela. Em breve as histórias de coming out deixarão de ter aquele lamento infeliz e passaremos a dizer "e depois quero ter filhos". excerto de "«E depois quero ter filhos»" de Miguel Vale de Almeida Com'Out número 3, página 18.

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21
Ago 08
publicado por Luís Veríssimo, às 07:55link do post | comentar | ver comentários (2)

Foram 153 os mortos no acidente de ontem da Spanair no aeroporto de Barajas em Madrid...


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Foto 1. retirada do site do jornal El Mundo e foto 2. do site do jornal El País.


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