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24
Dez 07
publicado por Luís Veríssimo, às 12:10link do post | comentar

Regressei hoje ao trabalho depois de semana e meia de férias. - Ninguém regressa ao trabalho vindo de férias no dia 24 de Dezembro, eu sei. - Estou cansado dos Natais. Desde a morte da minha mãe que o gosto pelo Natal é diferente. O Natal não sabe ao mesmo, o que é aceitável e compreensível. Assim sendo, tento ter um Natal diferente todos os anos. Hoje ainda, depois do work, vou para casa dos meus avós passar lá a Consoada. Amanhã o almoço de Natal deverá ser em casa da minha tia Laura. E assim se vai mais um Natal. Já agora: um Bom Natal a todos e a todas.


07
Dez 07
publicado por Luís Veríssimo, às 11:33link do post | comentar | ver comentários (1)

Ontem à noite sem saber muito bem porquê utilizei numa frase o tempo verbal no presente do indicativo. Nada de extraordinário, poderão dizer alguns. Na verdade não é nada assim de muito extraordinário. Mas quando já passou mais de 16 anos, e se utiliza o pretérito perfeito há muito, e a mágoa deu lugar a saudade, e a saudade deu lugar a nostalgia, e o sentir dor é melhor que o esquecimento, e a dor imensa é melhor que não sentir nada. Talvez... talvez seja um pouquinho extraordinário. Já não me lembro de há quanto tempo utilizar o passado. Também já não me lembro da última vez que utilizei o presente. Isto depois de ontem à tarde nas compras de Natal na Gulbenkian ter pensado na minha mãe. Pensei que apesar da minha magra conta bancária adoraria gastar algum dinheiro num presente para ela. Seria de fácil contentamento: uns brincos, uma pulseira, um lenço,... um beijo, um último beijo...


28
Out 07
publicado por Luís Veríssimo, às 14:09link do post | comentar | ver comentários (1)

O dia 28 de Outubro é para mim o dia mais triste do ano. É-o assim desde 1991. Hoje lembrei-me dos versos que transcrevo de seguida. Flor Sem Tempo, uma das muitas brilhantes músicas de Paulo de Carvalho.




Flor Sem Tempo




Na mesma rua
Na mesma cor
Passava alegre
Sorria amor
Amor nos olhos
Cabelo ao vento
Gestos de prata
Da flor sem tempo
É dela o mundo
É a certeza de viver


Canta o sol
Que tens na alma
És a flor de ser feliz
Olha o mar
Da tarde calma
Ouve o que ele diz


Foi como o vento
Soprou um dia
Passava alegre
Alguém a via
É dela a vida
É a certeza de viver


Canta o sol
Que tens na alma
És a flor de ser feliz
Olha o mar
De tarde calma
Ouve o que ele diz


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