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09
Jul 08
publicado por Luís Veríssimo, às 09:50link do post | comentar | ver comentários (7)

Ontem à tarde era para ir visitar os meus avós paternos. Era para ir... Acabei depois por não ir. Ontem à tarde tive o meu primeiro acidente de viação comigo ao volante. Tenho carta de condução há 10 anos, na maior parte deles não conduzi... Felizmente não bati noutro carro e também nada me aconteceu. Apenas o carro ficou amolgado à frente, nem os faróis se partiram, apenas se desprenderam, e o carro voltou a andar logo a seguir. Tinha acabado de sair de Algés e ia entrar no IC17 (CRIL). Nessa curva, que a faço muitas vezes, tantas vezes, ia com velocidade a mais (faço-a sempre com velocidade a mais), o carro fugiu-me para a direita, as rodas de trás apanharam alguma gravilha (com certeza), depois disto apenas tentei travar e guinei para a esquerda (também não sei para quê), e acabei por ir bater de frente no rail. O suposto airbag não abriu. É curioso constatar que naqueles breves segundos se tem consciência de se ver tudo o que se passa. É muito curioso mesmo...


07
Fev 08
publicado por Luís Veríssimo, às 17:33link do post | comentar

Chorei ontem. Ontem ao telefone chorei. Afinal choro... Não gosto de chorar. Chorar é (para mim) um sinal de fraqueza. Ao telefone ontem nem sei porquê comecei a chorar. Tentei conter o choro, não consegui. Ando bem. Não sei qual foi a razão. Curiosamente estava a ouvir esta música... 



Cristina Branco - Meu Amor, Meu Amor (Meu Limão de Amargura)


poema: Amália Rodrigues 




Meu amor, meu amor
Meu corpo em movimento
Minha voz à procura
Do seu próprio lamento.

Meu limão de amargura


Meu punhal a crescer
Nós parámos o tempo


Não sabemos morrer 
E nascemos, nascemos
Do nosso entristecer


Meu amor, meu amor
Meu pássaro cinzento
A chorar a lonjura
Do nosso afastamento

Meu amor, meu amor
Meu nó de sofrimento
Minha mó de ternura
Minha nau de tormento



Este mar não tem cura
Este céu não tem ar
Nós parámos o vento
Não sabemos nadar
E morremos, morremos
Devagar, devagar


20
Jan 08
publicado por Luís Veríssimo, às 13:41link do post | comentar

Ontem à noite quando colocava a roupa na máquina de lavar encontrei uma nota de 10€ num par de calças. Há um rol de tempo que tal não me acontecia. Significou para mim uma aragem da sorte na minha direcção. E isso é bom, muito bom. Já estava a precisar duma surpresa assim deste género para me motivar e levantar a moral. Pode ser que até terça-feira haja mais surpresas...


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