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27
Nov 11
publicado por Luís Veríssimo, às 18:44link do post | comentar

Para homenagear o Fado como Património Imaterial da Humanidade escolhi para ouvir aqui uma das vozes que ultimamente anda a dar que falar, a de Ricardo Ribeiro. Ele fuma, ele bebe, ele é gordinho, ele é diferente na igualdade que existe no Fado. Gosto do Ricardo, gosto da sua voz, gosto do seu mau feitio, gosto, pronto. Viu-o pela primeira vez ao vivo em 2008 ou 2009 numa das minhas muitas visitas ao Museu do Fado. Fujo assim à escolha obvia de Amália, ou de Celeste, ou de Lucilia, ou de Camané, ou de Mariza, ou de Carlos do Carmo, ou de Alfredo, ou de Ana Moura, ou de...

Ricardo Ribeiro em "Fama de Alfama (Bairro Afamado)", letra de Radamanto (Mote) e Conde Sobral (Glosa), música de José Lopes (Fado Lopes).


É o bom que o fado tem; permite-nos optar por uma grande imensidade de artistas.
Já conhecia o Ricardo e gosto do seu estilo...
Pinguim a 28 de Novembro de 2011 às 01:19

É um estilo diferente e agradável, apesar do "mau feitio".
Luís Veríssimo a 28 de Novembro de 2011 às 12:48

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