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Nov 09
publicado por Luís Veríssimo, às 14:20link do post | comentar

Leiam o artigo do Caderno P2 do jornal Público com o seguinte título: "Exmo. Sr. Não autorizo aulas de educação sexual". Há uns papás e umas mamãs que não concordam e não querem a educação sexual nas escolas. Têm todo o direito a isso em relação aos seus filhos. Mas não têm esse direito em relação aos filhos dos demais. Como é referido pelo psiquiatra Daniel Sampaio no fim do artigo: "Felizmente para os nossos jovens essas vozes são minoritárias.". É certo que actualmente não tenho filhos, contudo irei ter no futuro, não gostava nada que esta matéria, que só este ano lectivo está a ser aplicada e que foi aprovada num dos Governos de António Guterres, se atrase ainda mais, por favor.


No final dos anos 70 dei aulas na Preparatória de Serpa e leccionava Ciências da Natureza a miúd@s de 11 a12 anos; na parte da matéria que tratava da função reprodutora, resolvi, até porque era matéria constante do livro aprovado, falar sem vergonha, mas com decoro, é evidente, do assunto, tendo previamente avisado que não queria risinhos ou reacções infantis...
O que é certo, é que dias depois ouvi das boas, da parte do pai de uma das alunas, insinuando que tinha andado a tentar levar a filha para maus caminhos...
A minha reacção foi dizer-lhe que apenas lamentava que a sua filha tivesse que ouvir pela primeira vez essas coisas numa aula e não em casa...
Abraço.
pinguim a 4 de Novembro de 2009 às 15:38

O problema é quando essas aulas se camuflam de pornografia, como anda acontecendo no Brasil... E os "profissionais" que as ministram são do tipo "liberou geral", muitas vezes.
bebeto_maya a 14 de Novembro de 2009 às 13:23

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