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Jun 08
publicado por Luís Veríssimo, às 09:10link do post | comentar

Visionado no Pavilhão Atlântico a 16 de Junho de 2008.



Eu e a Cláudia ontem ao chegarmos ao Pavilhão Atlântico às 20h20 vimos com espanto uma sala "cortada" ao meio. Lembrámo-nos depois que a sala é reduzida ou aumentada conforme as necessidades. O que nos causou ainda mais espanto foi ver a quantidade de lugares vazios. Faltavam apenas 10 minutos para começar o concerto e a sala estava meio vazia (e/ou meio cheia). Tivemos que esperar 40 minutos depois da hora marcada (20h30) para vermos o colombiano Juanes em acção. A mim o atraso num concerto revela falta de profissionalismo da parte do artista e desrespeito para com a assistência que chegou atempadamente. Contudo o artista portou-se bem. Fez um bom concerto. Deu tudo o que tinha a dar. Puxou pela audiência. O público retribuiu com aplausos e incentivos. Juanes ao ter estado presente em palco a mais de 100% das suas capacidades não se tendo distraído com o pouco público merece o meu respeito e fez-me esquecer o atraso. Sendo assim, nota positiva (3 numa escala de 0 a 5) para o sul-americano, umas quase duas horas bem passadas. De referir ainda que entrámos no concerto através de convite duplo oferecido por um amigo da Cláudia.

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os sul-americanos não somos pontuais mas somos bons

Juanito a 18 de Junho de 2008 às 17:44

É verdade, alguns são realmente bons...
Luís V a 21 de Junho de 2008 às 16:15

Temos promotoras de eventos demasiado ambiciosas e comodistas.

Marcar um concerto de um artista com vendas modestas para a maior sala fechada do país e depois não anunciar massivamente o concerto...

E o que não falta em Lisboa e arredores são boas salas com menor capacidade...

O que vale é que um bom artista faz o mesmo para 10.000 espectadores ou para 1. :)
MrFights a 22 de Junho de 2008 às 11:42

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