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17
Mai 11
publicado por Luís Veríssimo, às 13:35link do post | comentar | ver comentários (1)

O Festival de Cannes começou a semana passada no dia 11 e prolonga-se até dia 22 de Maio, altura em que se conhece o vencedor da 64ª edição. Dos 20 filmes da Competição Oficial destaco 5 que irão continuar a dar que falar até à entrega dos Oscars do próximo ano. Cheguei a ter esta lista com 7 filmes, mas consegui reduzi-la. A ver vamos se algum dos 5 vence a Palma de Ouro.

Habemus Papam (2011) de Nanni Moretti - O polémico realizador italiano regressa em força com mais uma obra que põe o dedo na ferida mesmo no centro da Igreja Católica. O filme centra-se na história da relação entre o papa recém-eleito (Michel Piccoli) e seu terapeuta (Nanni Moretti).

La Piel Que Habito (2011) de Pedro Almodóvar - Baseado no romance "Tarântula" de Thierry Jonquet, este conto de vingança conta a história de um cirurgião plástico (Antonio Banderas) na caça aos homens que violaram a sua filha. (Em Março passado escrevi um texto para o dezanove.pt sobre o pouco que já se sabia sobre o filme, a ler aqui.)

Melancholia (2011) de Lars von Trier - Este filme catastrofe segue duas irmãs que terão de lidar com o facto de o planeta Melancholia estar em rota de colisão com a Terra, enquanto que Claire (Charlotte Gainsbourg) aceita o destino de uma maneira calma, Justine (Kirsten Dunst) não.

Sleeping Beauty (2011) de Julia Leigh - Uma versão erótica, alternativa e adulta, do conhecido conto de fadas. Lucy (Emily Browning) é uma jovem estudante que se aventura no mundo da prostituição e encontra a sua vocação junto de homens com o fetiche por mulheres que dormem durante o acto sexual.

The Tree of Life (2011) de Terrence Malick - Portagonizado por Brad PittJessica Chastain e Sean Penn, ambientado nos anos 1950 e nos nossos dias a história segue o percurso de vida do filho mais velho de uma família da zona do Midwest americano com três filhos. O filme tem estreia prevista para Portugal já para 26 de Maio.


16
Mai 11
publicado por Luís Veríssimo, às 10:47link do post | comentar

 

Deixo-vos aqui os links dos textos (alguns desactualizados) que escrevi para o dezanove.pt sobre alguns filmes que estiveram presentes no festival internacional de cinema IndieLisboa'11:

"IndieLisboa: Mas o que é que pode haver de novo no amor?": «É a esta simples e complexa pergunta que seis jovens realizadores portugueses tentam responder no filme “O Que Há De Novo No Amor?” (2011).»;

"IndieLisboa: "O Céu Sobre os Ombros" - o nosso pior inimigo somos nós mesmo": «A vida de cada um de nós é um grande e imenso tabuleiro de xadrez, cheio de jogadas complexas e decisões difíceis sem retorno.»;

- "IndieLisboa - Pulso Acelerado: à procura da identidade (vídeo)": «Na secção infanto-juvenil do IndieLisboa, o IndieJúnior, também são mostrados filmes de temática LGBT.»;

- "O vencedor do IndieLisboa: The Ballad Of Genesis And Lady Jaye, uma nova balada de amor (vídeo)": «O Indie também é queer. O Indie também é pan, pansexual, panamoroso. Aliás, esta foi a tónica de todo o festival, o amor nas suas várias formas, com as mais variadas consequências. E isto reflecte-se no filme vencedor deste Indie. "The Ballad Of Genesis And Lady Jaye" (2011) de Marie Losier venceu o Grande Prémio "Cidade de Lisboa".».

 


04
Mai 11
publicado por Luís Veríssimo, às 11:46link do post | comentar | ver comentários (2)

Mataram Osama Bin Laden. Aliás, a América, os Estados Unidos dessa América, matou Bin Laden. Aliás, Barak Obama, Presidente dessa América dos Estados Unidos, Nobel da Paz em 2009, mandou matar Bin Laden. Não concordo com a morte pela morte. Não concordo com a guerra pela guerra. A guerra e a morte são das coisas mais terríveis e dolorosas que se pode experienciar. A guerra e a morte transformam-nos em monstros, em animais que não conheciamos que existiam em nós. Não concordo com o acto de guerra que foi perpetado pela Al-Qaeda às Torres Gémeas do World Trade Center em New York. Ainda hoje o meu estômago dá voltas de cada vez que me lembro que assisti impotente à queda de duas torres em directo na televisão. Mas também não concordo com a morte de Osama Bin Laden. Mas esta é apenas a minha mera opinião.

Cumprindo uma já tradição, a revista Time vai publicar uma edição especial com uma cruz sobre uma imagem de Osama Bin Laden. Esta tradição da Time começou em Maio de 1945 com a publicação de uma edição especial com Adolf Hitler. Em Abril de 2003 publicou outra edição especial com Saddam Hussein, aquando da queda do seu regime no Iraq. Em Junho de 2006 o auto-proclamado líder da Al-Qaeda no Iraq, Abu Musab al-Zarqawi, morreu e mais uma vez a Time publicou uma edição especial com cruz.

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