Since 1979
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Out 08
publicado por Luís Veríssimo, às 10:46link do post | comentar

Bossa Nova


O mês passado apresentei-vos alguma da influência que a Bossa Nova teve nos cantores portugueses. Este mês é a vez dos americanos. Estes deixaram-se influenciar agradavelmente com calma e serenidade. Ora vejam estes três exemplos.













1. Meditation (Meditação), Frank Sinatra, Francis Albert Sinatra & Antonio Carlos Jobim (1967)


Na extensa discografia do grande Frank Sinatra (1915 - 1998) surge em 1967 com o álbum Francis Albert Sinatra & Antonio Carlos Jobim. Do álbum apresento-vos Meditation (Meditação), igual ao estilo marcante que Sinatra impôs à sua forma de cantar. Contudo esta versão não foge muito ao original. Fiquem com a letra da versão em inglês.
1. Meditation
In my loneliness
When youre gone and Im all by myself and I need your carress
I just think of you
And the thought of you holding me near
Makes my loneliness soon disappear

Though youre far away
I have only to close my eyes and you are back to stay
I just close my eyes
And the sadness that missing you brings
Soon is gone and this heart of mine sings

Yes I love you so
And that for me is all I need to know

I will wait for you till the sun falls from out of the sky
For what else can I do
I will wait for you
Meditating how sweet life will be when you come back to me














2. Quiet Nights of Quiet Stars (Corcovado), Sarah Vaughan, The Antonio Carlos Jobim Songbook (1994)


Sarah Vaughan (1924 - 1990), uma das mais injustiçadas vozes do jazz americano também se deixou encantar pelo Brasil. Apresento-vos a versão de Sarah duma das músicas mais bonitas da Bossa Nova Quiet Nights of Quiet Stars (Corcovado). Esta música foi retirada da compilação The Antonio Carlos Jobim Songbook. Fiquem também com a fabulosa letra desta versão:
2. Quiet nights of Quiet Stars
Quiet nights of quiet stars,
Quiet chords from your guitar,
Floating on the silence that surrounds us.

Quiet thoughts and quiet dreams,
Quiet walks by quiet streams
And a window that looks out
On the mountains and the sea.
Oh how lovely!

This is where I want to be,
Here with you so close to me,
Until the final flicker of life's ember.

I who was lost and lonely,
Believing love was only,
A bitter tragic joke, have found with you,
The meaning of existence.
Oh my love!














3. Desafinado, Ella Fitzgerald, Ella Abraça Tom (1981)


O swing brasileiro seduziu a maravilhosa voz de Ella Fitzgerald (1917 - 1996). Em 1981 Ella surge com o álbum Ella Abraça Tom também conhecido como Ella Fitzgerald Sings the Antonio Carlos Jobim Songbook donde retirei esta fabulosa versão da música Desafinado. Fiquem com a letra em inglês desta versão duma das músicas que menos aprecio da Bossa Nova:
3. Desafinado
Love is like a never-ending melody
Always have compared it to a symphony
A symphony conducted by the lighting of the moon
But our song of love is slightly out of tune

Once your kisses raised me to a fever pitch
Now the orchestration doesn't seem so rich
Seems to me you've changed the tune we used to sing
Like the bossa nova, love should swing

We used to harmonize, two souls in perfect time
Now the song is different and the words don't even rhyme
Cause you forgot the melody our hearts would always croon
So what's good's a heart that's slightly out of tune

Tune your heart to mine the way it used to be
Join with me in harmony and sing a song of loving
We've got to get in tune again before too long

Ther'll be no desafinado
When your heart belongs to me completely
Then you won't be slightly out of tune
You'll sing along with me





20
Out 08
publicado por Luís Veríssimo, às 19:35link do post | comentar | ver comentários (4)

As minhas férias de Outubro ainda não começaram mas este fim-de-semana eu e o Joni demos uma escapadela a Évora. Vejam estas duas fotos:


1.Evora Praca Griraldo Foto


1. A Praça do Giraldo.


2.Evora Praca Griraldo Desenho


2. E a Praça do Giraldo desenhada pelo Joni.


17
Out 08
publicado por Luís Veríssimo, às 10:32link do post | comentar

Quando era um adolescentezinho, uma criancinha ainda, e morava em Setúbal... andei enrolado com a minha vizinha do lado. Chamava-se Cláudia, era morena e era linda de morrer. O enrolanço foi de tal ordem que chegou ao nível sexual. Foi a "primeira vez" de ambos. Mas foi tudo muito inocente e sem o significado algum. Foi algo tão bonito, do qual não gosto de falar...


15
Out 08
publicado por Luís Veríssimo, às 10:56link do post | comentar | ver comentários (3)

Quando era um adolescentezinho, jovem imberbe e inconsciente, e morava no Alentejo... roubei um teste, não interessa saber de onde. Era um teste de Química ou de Física, andava eu no 10.º ou 11.º ano, acho. Inevitavelmente fui descoberto, também não interessa saber como fui descoberto. O que interessa é que fui punido com dois dias de suspensão. Isto depois de um penoso "julgamento". Esta lição serviu-me para a vida. A minha veia de delinquente secou com este episódio. Mas acreditem que o que "não interessa saber" deixar-vos-ia de boca aberta.


13
Out 08
publicado por Luís Veríssimo, às 12:18link do post | comentar | ver comentários (3)

De hoje e até à próxima sexta-feira (18 de Outubro) irei colocar aqui 5 dos meus segredos mais sombrios. Segredos que muito pouca gente os sabe... Meio em jeito de limpar a minha consciência... Dado que de meados de Outubro ao início de Novembro (com férias e viagens à mistura) irei andar meio para o deprimido.


 


Quando era um adolescentezinho, jovem imberbe e inconsciente, e morava no Alentejo... estive para ir viver para os EUA com uma família portuguesa. Irremediavelmente iria para Newark. Se tivesse ido seria um daqueles portugueses radicados nos states cheio de saudades do meu Portugal. Saberia de cor e salteado toda a música pimba. Seria um daqueles emigrantes broncos. Ainda bem que não fui...


12
Out 08
publicado por Luís Veríssimo, às 15:34link do post | comentar

O tema que deveria ter sido gravado por Amy Whinehouse foi parar às mãos e às vozes de Jack White, dos White Stripes, e Alicia Keys. Another Way to Die será a música do genérico do novo filme de James Bond, Quantum of Solace. É potente. É enérgico. É carismático. Vejam o vídeo oficial e comprovem-no:



 


10
Out 08
publicado por Luís Veríssimo, às 18:16link do post | comentar | ver comentários (5)

Anteontem, eu e o Luís, fizemos a segunda paragem na  "rota das pizzas" e o restaurante escolhido foi o Zucchero.

Esta escolha do Luís foi uma agradável descoberta, revelando-se acolhedora q.b. e com óptima oferta a preços muito, muito convidativos para este tipo de restaurante. É um espaço acima de tudo despretensioso, simples, mas procurando acompanhar os convivas com um certo toque de diferença, presente nas fotografias a preto e branco de conhecidos protagonistas do cinema italiano: Marcello Mastroiani e Sophia Loren, que preenchem a totalidade da altura das paredes. A sala de refeição não é grande, mas o pé-direito alto de um rés-do-chão da zona de São Sebastião proporciona um ambiente desafogado e descontraído. A iluminação poderia ser facilmente melhorada com uma redistribuição sobre alguns recantos mais escuros. A relação com a cozinha, algo trapalhona e (mal) exposta sobre a sala de refeições, talvez seja o ponto menos positivo desta apreciação...
Para uma noite de quarta-feira, encontrámos o restaurante tranquilo, mas não desaconchegado, o que permitiu um serviço célere e sem complicações. A escolha recaiu sobre duas pizzas que, coincidência, pouco se distinguiam! Com quase os mesmos ingredientes, bem compostos sobre uma fina e saborosa massa cozida em lenha (?), as pizzas tinham salame alemão e presunto como ingredientes de destaque. O salame na minha (Montanara) e o presunto na do Luís (Funghi)...
A entrada de Pão de Alho com mozzarela e oregãos estava uma delícia; a sobremesa - pannacota com frutos - dispensava o açucar da base de massa, originalidade da casa. As bebidas - duas imperiais e uma garrafa de água. A conta ficou bem em conta: 25,25€. Os empregados eram simpáticos, sem excessiva presença. A nota final: 15 em 20, sobretudo pela óptima relação preço-qualidade! A voltar e a dar a conhecer a mais bons amigos.

Zuchhero Italiano
Rua Marquês Sá da Bandeira, 14 A-B
1050-148 Lisboa
tel. +351 213147316


07
Out 08
publicado por Luís Veríssimo, às 09:37link do post | comentar | ver comentários (2)

Publico_07-10-2008


Esta 1.ª página da edição de hoje (07/10/2008) do Público refelcte o que se passou ontem na praça portuguesa. A bolsa lisboeta viveu um dia negro. Fechou a perder quase 10%, uns redondos 9,86%. Hoje abriu a subir, estava a ganhar mais de 4%. Veremos como corre o dia e como será o fecho. Em relação a esta crise económica sou um optimista. Acredito que o mercado irá recuperar. A recuperação não deverá ser fácil, mas irá acontecer. Para a recuperação nacional temos que esperar pela aprovação do Orçamento de Estado para 2009. Para a recuperação americana temos que esperar pelos resultados das eleições norte-americanas. Cá estaremos para assistir...


Não se dispensa a leitura detalhada do artigo referido na 1.ª página do jornal.


06
Out 08
publicado por Luís Veríssimo, às 22:30link do post | comentar | ver comentários (3)

Photobucket


O de cima, o pretinho, é o Timóteo dos Santos de Mello e V (quinto), e o de baixo, o laranjinha, é o Albertino dos Santos de Mello e V (quinto). Vamos lá a ver se estes sobrevivem... O único ser vivo a meu cuidado que tem sobrevivido (mais ou menos) tenho sido eu próprio...


05
Out 08
publicado por Luís Veríssimo, às 13:00link do post | comentar | ver comentários (2)

Brasao de Armas


Há 98 anos foi instaurada a República Portuguesa.


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