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30
Mai 08
publicado por Luís Veríssimo, às 10:39link do post | comentar

É amanhã! Amanhã disputa-se uma das mais concorridas eleições directas que há memória no PSD. Manuela Ferreira Leite, Pedro Passos Coelho, Pedro Santana Lopes, e Mário Patinha Antão são os candidatos ao lugar. Ferreira Leite tem, quanto a mim muito boas hipóteses de fazer uma boa carreira à frente do maior partido da oposição e poderá fazer mossa na candidatura de José Sócrates nas Lesgislativas do próximo ano. A candidatura de Passos Coelho tem-me vindo a surpreender e acho que o lugar de líder até que não lhe poderá ficar nada mal. Santana Lopes já lá esteve e não vejo o que poderá trazer de novo ao PSD. Confesso que não sabia quem é Patinha Antão, sei agora que é deputado e vice-presidente da bancada social democrática. Vejamos quem ganhará.

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28
Mai 08
publicado por Luís Veríssimo, às 06:45link do post | comentar | ver comentários (3)

...estar viciado, aliás, viciada em french fries, as dum determinado Irish Coffee.


 


26
Mai 08
publicado por Luís Veríssimo, às 18:07link do post | comentar | ver comentários (3)

Estive nestes últimos dias a preparar e a fazer a mudança de casa. Já deixei Arroios e começo agora, aos poucos, a ambientar-me a Algés. A nova casa está um verdadeiro caos. Faltam desencaixotar dezenas de coisas. Hoje de manhã perdi meia hora à procura da roupa interior. Nalgumas divisões nem me consigo mexer. Tenho tanta sorte em ter alguns amigos a ajudarem-me na organização, na logística e na execução dalgumas tarefas. Mas ainda falta arrumar e planear tanta coisa. Ainda por cima não consegui tirar esta última semana de Maio de férias. Estou a começar a ficar saturado por não me conseguir mexer dentro de casa. Doem-me tanto as costas... apesar de ter contratado uma empresa de mudanças que encaixotou tudo, desmontou os móveis e montou-os novamente. Preciso de férias, preciso de dormir e preciso de sopas e descanso urgentemente.


21
Mai 08
publicado por Luís Veríssimo, às 12:22link do post | comentar | ver comentários (1)

«O ar poluído da futura refinaria de petróleo de Badajoz vai chegar a Évora. É uma garantia avançada ao Rádio Clube pela 'Plataforma Refinaria Não' que contesta o projecto há três anos e meio.


»(...) a localidade mais próxima do lugar previsto para a construção, fica a cerca de 40 Km da fronteira, mas a distância não salvaguarda Portugal do impacto ambiental da refinaria, garante Diego Dias, porta-voz da plataforma.

»O grupo contesta a futura refinaria de Badajoz e alerta também para a descarga dos efluentes no Guadajira, um afluente do Guadiana que depois vai arrastar a poluição até ao Alqueva.»


Continuo a não fazer quaisquer comentários para não me acontecer o mesmo que aqui.


Notícia do Rádio Clube, ver mais aqui.


publicado por Luís Veríssimo, às 10:23link do post | comentar

Visionado a 20 de Maio de 2008 em antestreia.


  


Diálogos: 3,5


Realização: 3


Fotografia: 3


Montagem: 2


Argumento: 4


Banda Sonora: 4


Interpretações: 3


Cenários (exteriores): 4,5


Título (original e português): 3



Cartaz (original e português): 2



Média: 3,2


Classificação Geral: 3 em 5


Aspecto Negativo:


Falta muita coisa ao filme, principalmente uma melhor montagem e um ar mais credível ao argumento.


Aspecto Positivo:


Ludivine Sagnier ilumina qualquer filme por pior ou melhor que ele seja. Esta miúda precisa mesmo de ir para Hollywood.


20
Mai 08
publicado por Luís Veríssimo, às 15:05link do post | comentar

«O Alqueva pode estar ameaçado por causa da construção de uma refinaria de petróleo em Badajoz.


»A Agência Portuguesa do Ambiente, o Instituto da Água e o Turismo de Portugal temem o impacte ambiental da refinaria nos solos e na água do lado português da fronteira.


»Com os alertas destes institutos, os municípios da região do Alqueva pedem ao Governo que interceda de imediato junto das autoridades espanholas para travar o projecto.»


Nem vou fazer quaisquer comentários para não me acontecer o mesmo que aqui. Notícia do Rádio Clube, ver mais aqui.


19
Mai 08
publicado por Luís Veríssimo, às 12:21link do post | comentar

Bossa Nova


O que seria da Bossa Nova sem a bossa de Vinícius? Provavelmente não seria nada. Vinícius de Moraes (1913 - 1980) não era um mero letrista, foi sobretudo poeta, a par disso foi também músico e intérprete.


A forma como Vinícius se comportava perante as mulheres foi descrita em quase todas as suas letras e em quase todos os seus poemas. Casou 9 vezes e chegou a afirmar o seguinte: "As feias que me perdoem, mas beleza é fundamental.". As letras das músicas seguintes são disso exemplo.









1. Samba em Prelúdio, Vinícius de Moraes, Vinícius e Odete Lara (1963)


Apesar deste álbum ser o segundo da carreira de Vinícius é considerado o primeiro, pois o anterior (de 1956) é apenas a Banda Sonora duma peça de teatro (Orfeu da Conceição peça de 1954). Odete Lara (n. 1929) e Vinícius despontam para a bossa nova com este álbum. As suas vozes roucas são o forte e o chamariz do álbum. Samba em Prelúdio é um samba triste e que de samba tem muito pouco.


1. Samba em Prelúdio



Eu sem você não tenho porquê.

Porque sem você não sei nem chorar,

Sou chama sem luz, jardim sem luar,

Luar sem amor, amor sem se dar.

Eu sem você sou só desamor,

Um barco sem mar, um campo sem flor,

Tristeza que vai, tristeza que vem.

Sem você meu amor eu não sou ninguém.



Ai! Que saudade,

Que vontade de ver renascer nossa vida.

Volta querida

Os meus braços precisam dos teus,

Teus abraços precisam dos meus.

Estou tão sozinho

Tenho os olhos cansados de olhar para o além.

Vem ver a vida.

Sem você meu amor eu não sou ninguém.


 







 2. Deixa, Vinícius de Moraes, De Vinícius e Baden Especialmente Para Ciro Monteiro (1964)



No terceiro álbum da sua carreira, Vinícius colaborou pela segunda vez com Baden Powell (1937 – 2000). Esta colaboração foi uma das mais proveitosas da carreira de ambos. Como o próprio nome indica, este álbum foi dedicado especialmente a Ciro Monteiro (1913 – 1973). Monteiro empresta aqui a sua voz a algumas canções e aos coros de outras. Na música por mim escolhida apenas faz coros.


2. Deixa


Deixa

Fale quem quiser falar, meu bem

Deixa

Deixe o coração falar também

Porque ele tem razão demais quando se queixa

E então a gente deixa, deixa, deixa, deixa

Ninguém vive mais do que uma vez

Deixa

Diz que sim pra não dizer talvez

Deixa A paixão também existe

Deixa

Não me deixes ficar triste



Porque ele tem razão demais quando se queixa

E então a gente deixa, deixa, deixa, deixa

Ninguém vive mais do que uma vez

Deixa

Diz que sim pra não dizer talvez

Mas vê se deixa

A paixão também existe

Deixa

Não me deixes ficar triste

Deixa

A paixão também existe

Deixa

Não me deixes ficar triste


18
Mai 08
publicado por Luís Veríssimo, às 12:45link do post | comentar | ver comentários (4)

Eles (ainda não vi nenhuma elas) entram-me pela porta de casa dentro como se estivessem a entrar num catálogo da IKEA. Uns cheios de sonhos. Outros cheios de desilusão no olhar. Uns querem tudo de tudo. Outros nem sabem o que querem. Uns enojam-se com a desarrumação da casa. Outros cobiçam-me os móveis. “Claro que o esquentador fica! Não?” Ontem queriam negociar comigo o valor dos meus electrodomésticos. Não, é óbvio que não fica. Nada fica! É meu! Ia lá eu deixar o meu mais do que fabuloso frigorífico? Ou o meu fogão de esmalte branco? Ou a minha máquina de lavar roupa alemã? É tudo meu! Não quero que as minhas coisas passem a ser propriedade doutros. Simpatizei com aquele que me perguntou como era ali viver. Respondi-lhe de sorriso rasgado no rosto e de brilho nos olhos. Antipatizei com aquele que ontem disse que aquela zona era uma zona perigosa e com assaltos. Desconhecia tal facto e fiquei estupefacto. Um deles entrará pela porta dentro para viver sonhos, desgostos, amores, desamores, alegrias e tristezas. Eu sairei no final do mês porta fora em direcção a outro concelho e a outra freguesia. E irei ser feliz, muito feliz.

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17
Mai 08
publicado por Luís Veríssimo, às 14:13link do post | comentar | ver comentários (3)

- não quero estar sempre a chatear-me com o/a pirralho/a;


- não quero estar a ir ao McDonald's todos os santos fins-de-semana;


- não quero estar a dar-lhe um telemóvel quando tiver apenas 5 anos;


- não quero deixar de ter noites de sono (bem sei que actualmente também não tenho muitas);


- quero continuar a ter liberdade;


- quero viver sem ter preocupações que me mortificariam;


- quero envelhecer sem ter alguém que me chame "cota" ou "velho";


... e por muitas, mesmo muitas outras razões.


15
Mai 08
publicado por Luís Veríssimo, às 14:26link do post | comentar | ver comentários (1)

Esta noite o que sonhei foi mais um pesadelo que outra coisa. Sonhei que matava um amigo meu de três formas diferentes. Da primeira matava-o ao dar-lhe marteladas no crânio. Estávamos no hall de entrada da minha casa, eu em cima dele. E era ver-me a dar-lhe marteladas. E era ver o sangue a espalhar-se pelo meu rosto e pelas paredes e pelos móveis. Na segunda vez matava-o dando-lhe um tiro entre os olhos. Estávamos no mesmo hall de entrada, apontava-lhe a arma, encostava-a ao rosto e atirava. Aqui também havia algum sangue. Curiosamente ele estava sem óculos. Por último era a vez da faca de cozinha bem afiada. Os golpes no peito e abdómen pareciam não ter fim. O sangue cobria os tacos de madeira do hall de entrada. O mais interessante é que em qualquer uma das três situações eu era preso e condenado por homicídio passional. Bem feito!


Estes sonhos, aliás pesadelos, revelam algo que não gosto em mim. Toda a gente tem o seu lado oculto. Mas nem sempre é fácil lidar com o nosso próprio lado lunar. Sempre consegui lidar muito bem com o meu ser mais vil. Mas estes pesadelos atromentam-me quase sempre. Já há bastante tempo que não tinha destes sonhos tão interessantes. Acho que mais logo à noite vou é dormir sobre este assunto.

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