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13
Fev 08
publicado por Luís Veríssimo, às 20:20link do post | comentar

Como não sabia o que fazer com os tomates pelados e com os cogumelos frescos e como detesto deitar comida fora fiz uma pasta para comer ontem ao almoço.

 

Ingredientes:

 

- tomates pelados (enlatados);

 

- cogumelos frescos;

- sal;

- massa de alho com piri-piri;

- óregãos;

- azeite;

- vinho tinto;

- delícias do mar;

- Tagliatelle Verde1.

 

Preparação:

Laminar os cogumelos e colocá-los na frigideira com o azeite pré-aquecido. Temperar com sal e deixá-los refogar mexendo sempre durante uns 5 a 8 minutos em lume brando e tapados. Colocar os tomates pelados previamente picados e o resto do líquido da lata. Adicionar um pouco de vinho, só para dar cor. Junta-se as delícias do mar já desfiadas. Acrescenta-se um pouco de massa de alho com piri-piri e rectifica-se o tempero (normalmente eu não adiciono mais sal). Deixa-se cozinhar durante uns 10 minutos. Entretanto coze-se a massa2, utilizei o resto do tagliatelle verde1. Serve-se a pasta bem quente e polvilhada com óregãos. O resultado deve ser:

 

Notas:

1 - Normalmente o Tagliatelle Verde é de espinafres, mas nem sempre.

2 - A massa é sempre, sempre cozinhada al dente.


publicado por Luís Veríssimo, às 18:30link do post | comentar

Hoje acordei com fome... e tenho andado assim o dia todo. Deve ser das tardes de trabalho. Pode ser que assim engorde os 5kg que me faltam. Pequenalmocei bem e almocei também bem. Mas antes de vir trabalhar passei pelo MacDonald's e petisquei 4 MacNuggets a 1€. Pelas 17h e qualquer coisa lanchei no bar da empresa por 1,61€: uma sandes de frango com tomate e alface, um iogurte líquido Mimosa de banana, e uma fatia (pequena) de molotov. E antes de jantar se calhar ainda vou comer mais qualquer coisinha...


publicado por Luís Veríssimo, às 18:00link do post | comentar

«Conheceram-se em 2004 no dia 13 de Fevereiro. Era uma sexta-feira algo gelada. Esse Inverno foi friorento. Véspera do tão temível Valentine's Day. Temível para os "encalhados". Não que isso fosse já um problema sério para ambos. Temível por ser também sexta-feira 13, dia de todos os azares, ou talvez sortes.


Carmensita por essa altura dedicava algum do seu tempo livre à internet e a conhecer rapazes. Andava numa de sexo descartável. Sabia-lhe bem. Adorava usar e ser usada. Mas lá no fundo, no fundo sentia que alguma companhia lhe fazia melhor.


Diogo queria apenas tempo para si. Dedicar-se ao trabalho a todo o custo. O mais importante no momento era a carreira. Mas lá arranjou tempo para dois jantares naquela semana. Um com uma conhecida da internet e outro com amigos.


Combinaram jantar no Restaurante Argentino das Escadinhas do Duque. Marcaram às 20h30 na entrada principal da Estação do Rossio. A hora marcada foi respeitada por ambos, pois ambos são cumpridores dos horários. Carmensita por questões profissionais. Diogo por questões educacionais. Apesar do frio a noite estava límpida e agradável, propícia a encontros amorosos. Ela na altura morava em Benfica e resolveu ir de carro. Não lhe apetecia andar de transportes toda embonecada. E assim teria mais algum tempo para se arranjar. Já ele morava ainda em casa dos pais em Alfama e foi a pé, apesar do frio. Pensou que ir a pé lhe iria fazer bem. Assim poderia desanuviar um pouco a cabeça do trabalho. Lá subiram as Escadinhas do Duque calmamente, como se a vida fosse deliciosa. E sim, a vida sabe às vezes ser deliciosa. Diogo falou pouco, foi comedido em cada palavra que disse. Carmensita já não. É e sempre foi uma fala barato. É muito fácil ter uma conversa com ela. A ele têm que ser por vezes arrancadas as palavras. O restaurante estava apinhado. O que lhes valeu foi que Carmensita havia reservado mesa. O jantar correu-lhes bem. Comeram um delicioso bife de carne de vaca argentina e beberam um bom vinho também argentino. Demoraram-se no jantar, na comida, na bebida. Depois do segundo copo Diogo já estava mais solto. Carmensita não podia abusar muito, pois ainda ia conduzir. Mas abusou... Abusou tanto que convidou Diogo a um copo em sua casa. Este também já abusado de vinho aproveitou e foi. Abusaram sexualmente um do outro. Era o que queriam. Um momento meramente sexual. Deliciaram-se com o suor, o cheiro, a sede, a vontade, dos dois. Depois das delícias estavam ambos cansados e vira-se Diogo muito ensonado para Carmensita:
- Era capaz de dormir abraçado a ti...


- O quê? Estás louco! - respondeu-lhe muito indignada. - Não temos intimidade para essas coisas.


- Vais-me obrigar a ir para casa a estas horas? - eram já 04h.


- Obrigar, obrigar não vou... - Carmensita dá um beijo cínico em Diogo. - Vou apenas expulsar-te literalmente de casa. Apenas isso.


- Como?


- Vá veste-te lá que tenho que descansar.


Atónito e em silêncio Diogo lá se vestiu. Sentiu-se mesmo abusado. Mas afinal não era o que ambos estavam a precisar?»


publicado por Luís Veríssimo, às 12:36link do post | comentar

Com "amigos" Barack Obama diz melodicamente "Yes we can!". Eu também can muita coisa. Do dizer ao fazer vai um grande, grande passo. Uma América imensa, um país assustador, um poder esmagador. Será que can?


Hillary Clinton pode ser uma "mulher frígida" mas se quiser também can qualquer coisa. Já quer fazer do seu Clinton um super-ministro dos negócios estrangeiros ou algo do género. Ela querer quer... e eu acredito nela!


E assim o Democratic Party continua indeciso. O que já revela alguma instabilidade.


Mais informação detalhada aqui.


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