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30
Nov 07
publicado por Luís Veríssimo, às 18:37link do post | comentar

Imbuído do pouco espírito natalício que este ano reina em Lisboa, lá fui hoje às primeiras compras de Natal. E apenas comprei roupa, umas camisolas, estava a precisar. Este ano o Natal Lisboeta está muito triste. Com mais um corte orçamental não colocaram luzes nem na Avenida da Liberdade, nem no Rossio. Fiquei mesmo descorçoado. Será culpa do António Costa ou da Assembleia Municipal? É mesmo culpa do buracão que foi deixado na CML. Nem Lisboa, nem os seus moradores e visitantes mereciam. E logo este ano que não houve um Millenniumbcp ou um VW para pagarem as luzes. Enfim...


29
Nov 07
publicado por Luís Veríssimo, às 17:45link do post | comentar | ver comentários (6)

1.


2.


Qual a minha melhor versão?


Eu em estilo popart (foto 1.) ou em balck&white (foto2.)?


27
Nov 07
publicado por Luís Veríssimo, às 18:14link do post | comentar | ver comentários (2)

"Quais as tuas perspectivas para o futuro?" Esta pergunta é-me melindrosa. Na verdade não tenho perspectivas para o futuro. Também não sou de ir para onde o vento me levar. Este ano assumi como objectivo de futuro trabalhar na empresa onde estou até completar o ano em que faço 5 anos de casa. 2008 é o ano em que faço 5 anos em que estou a trabalhar onde estou. E em teoria a partir de Janeiro de 2009 estaria disponível para propostas aliciantes. É tudo em teoria, claro. Se surgisse uma proposta super tentadora durante este meio tempo eu aceitava, óbvio.


O meu problema é que em pequeno não me via como adulto. Não me via a ser crescido. Não era daqueles que queria ser pequeno para sempre, mas também não era daqueles que queria crescer depressa. Cada vez que me perguntavam o que eu queria ser quando fosse grande eu respondia uma coisa diferente quase sempre. Ainda hoje em dia é difícil dizer para o que é que realmente tenho jeito. Ou em que área me iria enquadrar bem e sentir-me como peixe dentro de água. Considero-me uma pessoa até bastante inteligente . Tenho algum sentido prático da vida (podia ter mais). Poderia ser menos exigente comigo, com a vida e consequentemente menos exigente com os outros.


Posso realmente ter-me comprometido por ter tentado responder à pergunta de uma forma muito sincera. Não sei se me terei feito entender na essência. E quando ainda por cima as culturas são diferentes pode-se tornar difícil o entendimento de certas visões e tomadas de posições.


24
Nov 07
publicado por Luís Veríssimo, às 18:59link do post | comentar

 



Disponível Para Amar (In The Mood For LoveFa yeung nin wa; 2000 de Wong Kar-Wai) é um dos filmes da minha vida. Kar-Wai conseguiu mostrar na prefeição como um casal nos anos 60 se comporta perante a traição e a atracção. Isto tudo visto por uma prespectiva chinesa de valores conservadores. Maggie Cheung e Tony Leung conseguem atingir a afinidade na contracena que outrora os pares no cinema atingiam. Nada no filme é deixado ao acaso. A chuva, os vestidos, os cenários, a música, etc. Aliás, a música é o terceiro portagonista do filme. Vou-vos deixar aqui um vídeo com algumas imagens e com uma das melhores músicas que descrevem uma paixão.



música: Quizás, Quizás, Quizás, por Sarita Montiel

23
Nov 07
publicado por Luís Veríssimo, às 10:51link do post | comentar

Tudo é imoral... A vida, as pessoas, os empregos, os trabalhos, os amigos, os inimigos, os vizinhos, a natureza, o planeta, tudo, mas mesmo tudo. Sou tão imoral como esta rapariga que se segue. Sem a parte de saber cantar e sem a parte das drogas.




Amy Winehouse - You Know I'm no Good


22
Nov 07
publicado por Luís Veríssimo, às 23:57link do post | comentar | ver comentários (2)

Começo a pensar que sou (I)mortal...


20
Nov 07
publicado por Luís Veríssimo, às 20:50link do post | comentar | ver comentários (2)

Ontem à noite fizeram-me esta pergunta. Fiquei estupefacto. Só não me desmanchei  a rir porque não calhou. E também não iria ser parvo a esse ponto. E o insólito momento pedia contenção. Esta foi uma das raras vezes que me fizeram esta pergunta. Normalmente sou eu que a faço. Até me soube bem. Senti-me vivo como há uns tempos não me sentia. Foi divertido até. E só para registo a minha resposta a este fabuloso convite foi "nim".


19
Nov 07
publicado por Luís Veríssimo, às 20:58link do post | comentar | ver comentários (1)

A manchete do Público hoje era: "Tribunal da Relação deu razão a despedimento de cozinheiro com HIV". O Sr. A. já havia perdido o primeiro embate no Tribunal do Trabalho. Recorrerá agora ao Supremo Tribunal de Justiça. No maravilhoso acórdão o Tribunal da Relação os exímios Excelentíssimos Meritíssimos Senhores Juízes: Filomena Carvalho, José Mateus Cardoso e José Ramalho Pinto, referem: "ficou provado que A. é portador de HIV e que este vírus existe no sangue, saliva, suor e lágrimas, podendo ser transmitido no caso de haver derrame de alguns destes fluidos sobre alimentos servidos ou consumidos por quem tenha na boca uma ferida"... Os mesmos exímios Excelentíssimos Meritíssimos Senhores Juízes concluem dizendo: "um perigo para a saúde pública, nomeadamente dos utentes do restaurante do hotel". Então isto quer dizer que todos os Srs. A. e Sras. A. com VIH/SIDA não poderão ter contacto de natureza alguma com outras pessoas, pois "ficou provado que (...) este vírus [VIH/SIDA] existe no sangue, saliva, suor e lágrimas, podendo ser transmitido no caso de haver derrame de alguns destes fluidos"... Então o que irá acontecer a todos os Srs. A. e todas as Sras. A.?!? Hipótese A) São todos e todas colocados numa Nave Balão e enviados para o espaço. Hipótese B) São todos e todas extreminados e assistimos em directo pela tv a um novo Holocausto sentados no sofá. Hipótese C) São todos e todas enviados para a Pantagónia viver como animais selvagens. Eu pergunto-me se os exímios Excelentíssimos Meritíssimos Senhores Juízes: Filomena Carvalho, José Mateus Cardoso e José Ramalho Pinto, sabem o que é IA/EA*.





*IA/EA: Ignorância Aguda também conhecida como Estúpidez Aguda - doença que afecta essencialmente exímios Excelentíssimos Meritíssimos Senhores Juízes que vivem numa redoma de vidro e não sabem o que fazer a tanta estúpidez e ignorância acomulada.




Notícia completa aqui.

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17
Nov 07
publicado por Luís Veríssimo, às 14:49link do post | comentar

Quem me conhece sabe que sou lixado!


Quem me conhece sabe que sou um coração de manteiga, há é que saber derretê-la.


Quem me conhece deveria saber que gosto que me olhem nos olhos...


Quem me conhece sabe que gosto dos meus amigos de uma forma muito especial.


Quem me conhece sabe que sou capaz de muitas coisas impensáveis!


Quem me conhece deveria saber que apenas quero viver em paz.


Quem me conhece sabe que nunca serei um santo e que faço para isso.


Quem me conhece sabe que sou fodido!


14
Nov 07
publicado por Luís Veríssimo, às 16:51link do post | comentar | ver comentários (1)

Ao ler este  post fiquei com esta afirmação atrás da orelha. É verdade, uma das coisas que herdamos de cada amor é o cinismo, mas não é só. Herdamos a raiva, a revolta, nalguns casos dívidas, noutros nódoas negras. O amor faz realmente muito bem às pessoas... mas e o que é que fica depois? O que fica quando cada uma das duas pessoas vai para seu lado? Nalgumas situações o amor continua, mas o romance não. O que fica é uma magoa latente à espera de ser expelida...


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