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31
Out 07
publicado por Luís Veríssimo, às 16:53link do post | comentar



Realização: 4


Argumento: 4


Montagem: 4


Banda Sonora: 3


Cartazes: 5


Média: 4


Classificação Geral: 4 em 5


publicado por Luís Veríssimo, às 16:05link do post | comentar

O que se esconderá por detrás das portas de um frigorífico? À partida a resposta a esta questão parece simples: comida. No meu novo frigorífico de momento só se esconde também alguma comida. Mas nem sempre isso pode acontecer. Neste livro, que por acaso ando a ler, até se poderá esconder o corpo de uma criança...


29
Out 07
publicado por Luís Veríssimo, às 08:48link do post | comentar

 


Interpretações: 5


Realização: 5


Argumento: 5


Montagem: 4


Fotografia: 3


Guarda roupa: 5


Cenários: 4


Banda Sonora: 5


Efeitos Especiais: 4


Cartaz: 5


Média: 4,5


Classificação Geral: 5 em 5


publicado por Luís Veríssimo, às 07:14link do post | comentar

Como é que se fala com alguém sobre dívidas? É um assunto realmente muito melindroso. Apesar de eu não ser a favor de falinhas mansas, aqui são imprescindíveis. Mas o tema terá sempre que ser tratado com franqueza directa. Claro que depende da pessoa que está em dívida para connosco.


E se forem dívidas de amor? Como é que se resolve esta questão? Será que se tem mesmo que resolver? Será que se quer resolver? Será que vale mesmo a pena recuperar esta dívida? Já deixei cair em saco roto algumas dívidas de amor. Quer se cobre ou não esta maldita dívida é sempre um processo penoso. As dívidas de amor chegam a provocar feridas físicas no corpo. Feridas essas que deixam marca caso o nosso corpo não seja bom a cicatrizar. E nem com Bepanthene ou Creme Gordo se vai lá.


Ainda não sei se vou cobrar esta dívida de amor. É um assunto a considerar. Não sei qual das duas hipóteses poderá magoar-me mais. Depois vejo isso...



28
Out 07
publicado por Luís Veríssimo, às 14:09link do post | comentar | ver comentários (1)

O dia 28 de Outubro é para mim o dia mais triste do ano. É-o assim desde 1991. Hoje lembrei-me dos versos que transcrevo de seguida. Flor Sem Tempo, uma das muitas brilhantes músicas de Paulo de Carvalho.




Flor Sem Tempo




Na mesma rua
Na mesma cor
Passava alegre
Sorria amor
Amor nos olhos
Cabelo ao vento
Gestos de prata
Da flor sem tempo
É dela o mundo
É a certeza de viver


Canta o sol
Que tens na alma
És a flor de ser feliz
Olha o mar
Da tarde calma
Ouve o que ele diz


Foi como o vento
Soprou um dia
Passava alegre
Alguém a via
É dela a vida
É a certeza de viver


Canta o sol
Que tens na alma
És a flor de ser feliz
Olha o mar
De tarde calma
Ouve o que ele diz


27
Out 07
publicado por Luís Veríssimo, às 10:21link do post | comentar

Gostava de poder dizer que estou bem. Realmente estou. Contudo há momentos em que me apetecia não estar nada bem. E há outros momentos em que me apetecia estar mesmo muito bem. É impossível estar-se como realmente se quer estar. Hoje apetecia-me não estar a sentir um certo vazio por dentro. Parece que o vazio que a casa agora tem se apoderou de mim. O meu receio é preencher o meu suposto vazio interior da pior forma. Até agora tenho-o preenchido com algumas pesquisas na internet e com alguma leitura. A ver vamos...


25
Out 07
publicado por Luís Veríssimo, às 20:13link do post | comentar


Interpretações: 5


Realização: 4


Argumento: 5


Montagem: 4


Fotografia: 3


Guarda roupa: 4


Cenários: 4


Banda Sonora: 4


Trailers: 5


Cartaz: 5


Média: 4,3


Classificação Geral: 4 em 5

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24
Out 07
publicado por Luís Veríssimo, às 19:06link do post | comentar | ver comentários (5)

Castanhas assadas bem quentinhas? Comprei-as à Senhora Minha Amiga, que as vende à frente do Monumental. Quando lá fui à hora de almoço buscar os bilhetes para a sessão de cinema de mais logo.


É oficial! Começou hoje para mim o Outono. A chuva regressou e molhou-me ontem a roupa toda que estava já seca. A hora vai mudar durante este fim-de-semana. As sopas e os cozinhados bem quentinhos vão regressar também. Já ando a arranjar feijão-verde para fazer uma sopa. Ontem à noite saí já com um bom agasalho e o temível guarda-chuva. Esta semana coloquei na cama o edredão de meia estação.


Alguém pediu o regresso do Outono?, da chuva?, da castanha assada?, do frio?, dos agasalhos? Eu pedi!

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publicado por Luís Veríssimo, às 07:02link do post | comentar | ver comentários (1)

Gostava de poder viajar no tempo. Assim teria mais hipóteses de rir a bandeiras despregadas de algumas coisas que disse, ouvi, fiz, fizeram e etc, etc... Viajar no tempo ajudaria bastante a minha memória. Estou cada vez mais alzheimeriado. Ando a viajar no tempo mas só quando fecho os olhos para adormecer. Nos últimos dias tenho ido ao futuro. Não sei muito bem fazer o quê! O que eu queria mesmo era ir ao passado. Mas não há meio disso acontecer. Porém não queria ir ao passado recente. Viajaria até à minha infância. Traria de lá todos os cheiros que já esqueci. Colocava os cheiros em frasquinhos de vidro, todos catalogados, etiquetados e empilhados na estante do quarto. E depois num acesso de raiva motivado pelas saudades deitava-os todos ao chão. Aí caia eu inconsciente na cama embriagado com tanto cheiro misturado a entrar-me pelas narinas. Com esta perda de sentidos voltaria a viajar no tempo afim de devolver os cheiros. Poderia ser que recuperasse alguma paz para o presente.


23
Out 07
publicado por Luís Veríssimo, às 07:07link do post | comentar | ver comentários (2)

O namoro terminou durante o fim-de-semana. E nada mais há a dizer sobre o assunto. É tudo um pouco estranho. O vazio das divisões da casa é a diferença mais notória. O que realmente me vai custar será tomar as refeições sozinho. Terei que me habituar a essa situação novamente. É o começar de novo. Com calma tudo se recomporá.

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